A líder do governo no Congresso, Ideli Salvatti (PT), vai apresentar recurso para que o projeto da oposição que amplia o benefício do Bolsa Família seja analisado pelo plenário do Senado. Como o projeto foi aprovado em caráter terminativo pela Comissão de Educação, seguiria diretamente para votação na Câmara, mas parte da base governista agora vai tentar derrubá-lo em plenário. A petista é contra o projeto do PSDB que prevê um valor maior do Bolsa Família para as crianças que alcançarem melhores notas nas escolas. Os tucanos argumentam que o objetivo do projeto é estimular as crianças a terem um bom rendimento.
O presidente do Senado, José Sarney, descartou hoje a possibilidade de assumir a Presidência da República caso o presidente Lula peça licença do cargo para se dedicar à campanha da ministra Dilma: “Quem foi presidente da República vai lutar para ser presidente interino? Isso é procurar cabelo em casca de ovo”, afirmou. Sarney disse que nunca foi procurado por Lula para conversar sobre isso: “Se o presidente não se licenciou para a candidatura dele, por que vai se licenciar para a candidatura de uma outra pessoa?”. A notícia sobre a licença de Lula foi publicada no jornal O Globo(ver post abaixo).
O presidente Lula pretende se licenciar do cargo, nos meses de agosto e setembro, para participar ativamente da campanha da ministra Dilma Rousseff à Presidência. Segundo a coluna Panorama Político do jornal O Globo, o presidente quer evitar problemas com a Justiça Eleitoral e se dedicar integralmente à tarefa de eleger seu sucessor. Com isso, o presidente do Senado, José Sarney ,que não disputa as eleições, voltará temporariamente à Presidência da República.O vice José Alencar e o presidente da Câmara, Michel Temer, deverão ser candidatos e não poderiam assumir o cargo.
No Senado critiquei a política externa do Brasil. Leia a notícia na Agência Senado
Mais de três meses depois de estourar as denúncias da Operação Caixa de Pandora, a deputada distrital Eurides Brito (PMDB) tentou explicar em sua página pessoal a cena em que aparece colocando maços de dinheiro em uma bolsa. Segundo Eurides Brito, a origem do dinheiro era o ex-governador Joaquim Roriz (hoje no PSC), que, na época, preparava campanha para o Senado pelo PMDB. A assessoria de Roriz nega – diz que a versão é “fantasiosa” e “farsante”.
O líder do governo, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), disse hoje que o presidente Lula irá vetar a emenda ao projeto do fundo social do pré-sal que incluiu a previdência entre as áreas beneficiadas. A aprovação da emenda,ontem à noite na Câmara, foi considerada uma derrota para o governo. A emenda aprovada determina que 5% dos recursos sejam destinados a um fundo específico com a finalidade de “recompor a diferença entre o que foi recolhido em salários mínimos e efetivamente pago pela previdência social a seus segurados”. O projeto ainda precisa ser votado pelo Senado.
A nova “Telebras” já é uma das maiores lambanças do governo Lula. Sob o pretexto de recriar a Telebras, estamos sendo apresentados à Telegangue. No Senado pedi explicações. Leia na Agência Senado
Sugeri também a convocação do senhor Nelson Santos para depoimento no Senado;http://bit.ly/cc08fg
O TSE deve votar amanhã minuta de resolução que pretende mudar a distribuição entre os Estados das vagas na Câmara dos Deputados, o que não ocorre há 16 anos. Caso seja aprovada pelo plenário do tribunal, a mudança tiraria duas vagas do Rio, por exemplo, que passaria de 46 deputados federais para 44, e daria duas novas cadeiras a Minas, que subiria de 53 para 55. A minuta do TSE leva em consideração, na nova divisão, a estimativa populacional de julho de 2009. A nova composição também afetará o tamanho das Assembleias Legislativas. Aqui no Senado, apresentei há mais de dez anos Propostas de Emenda à Constituição e projetos reduzindo o número de parlamentares nas instâncias municipal,estadual e federal.
Usei a tribuna do plenário do Senado, nesta quarta-feira de Cinzas, para rebater a crítica feita aos parlamentares do Paraná que estariam deixando o Estado no fim da fila dos repasses de recursos do orçamento da União para 2010. Leia a notícia da Agência Senado, aqui
O Palácio do Planalto vai agir para evitar que a ministra Dilma Rousseff tenha de prestar depoimento no Senado sobre o Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH). O governo vai argumentar que a matéria não diz respeito à pasta de Dilma, e tentará substituir a convocação dela pela dos ministros Paulo Vannuchi (Direitos Humanos) e Luiz Paulo Barreto (Justiça).A convocação de Dilma foi aprovada na CCJ, na última quarta. ” Não é que a ministra tenha medo de ir ao Senado, mas o plano não é da área dela”, disse um assessor da Presidência ao jornal O Globo.