A coligação do candidato José Serra (PSDB) apresentou há pouco no Tribunal Superior Eleitoral pedido de investigação contra Dilma e integrantes da campanha da candidata no episódio de quebra de sigilo de dados fiscais da Receita.Os advogados da coligação de Serra também pedem cópia dos documentos obtidos sobre o episódio, até o momento, pela Polícia Federal e pela Corregedoria da Receita.Na representação, os advogados alegam que houve abuso de poder político e uso da máquina contra o candidato.Não temos dúvida que há motivação e interesse eleitoral. A filha de serra não teria o seu sigilo violado se ele não fosse candidato a presidente da República. A Receita Federal está aparelhada por isso não tem autoridade poltica e moral administrativa a para realizar qualquer investigação.
O comando da Polícia Federal determinou a superintendentes e diretores regionais o bloqueio de verbas para operações em todo o país por prazo indeterminado.Em circular, o diretor-geral da PF, Luiz Fernando Corrêa, reclama de cortes de R$ 122 milhões de janeiro a maio e alerta que a situação deve se agravar. Já foram reduzidos gastos com as unidades e as diárias pagas a delegados e agentes estão sofrendo corte de 40%. Segundo um delegado que chefia operações no Estado de São Paulo, falta dinheiro até para a gasolina dos veículos.Os dados da execução do Orçamento apontam que o Ministério da Justiça só pagou até agora R$ 222,6 milhões dos R$ 410 milhões que havia reservado para bancar despesas da PF.
“Mais um capítulo da novela Dilma Rousseff e Lina Vieira”
Em dezembro do ano passado recebi um e-mail de Demetrius Felinto Sampaio, ex-funcionário do Palácio do Planalto. Demetrius informava que o governo escondeu imagens das câmeras de segurança que comprometem a candidata Dilma Rousseff. Dernominou em sua mensagem de “circo”da Casa Civil para ocultar as imagens e se ofereceu para contar toda a verdade. Depois, assustado,recuou. Pedi à Policia Legislativa do Senado para investigar o caso. Em depoimento o técnico em informática não desmentiu as informações, mas negou que tivesse mandado a mensagem eletrônica.Valeu-se do mesmo artifício do José Aparecido assessor da Casa Civil à época do “dossiê” formatado para amendrontar a oposição durante a CPI dos Cartões Corporativos: “a mensagem saiu do meu computador, mas não fui eu que a enviei“. A Revista Veja na reportagem de Daniel Pereira ouviu o homem que encarna o papel de uma enigmática bomba ambulante e conclui que “Demetrius pode estar desesperado ou ter outras motivações para narrar essa história.Mas pelo que ele já revelou até agora, sua narrativa precisa ser apurada pelas autoridades competentes, sob pena de o enredo causar mais danos debaixo do tapete do que à luz do dia.” A Policia Federal precisa entrar em ação!!
A Polícia Federal abriu inquérito para apurar o vazamento de dados fiscais do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge. A polícia vai investigar três diferentes crimes: escuta telefônica clandestina, quebra de sigilo funcional e formação de quadrilha. Segundo os tucanos, os dados faziam parte de um dossiê que estaria sendo preparado por integrantes da pré-campanha de Dilma Roussef. O delegado Onézimo Sousa confirmou em depoimento no Congresso que foi procurado para levantar a vida de José Serra. Na próxima semana, o secretário da Receita, Otacílio Cartaxo, vem ao Senado explicar o vazamento.
O delegado aposentado da Polícia Federal Onézimo das Graças Sousa aceitou convite para depor no Congresso sobre a suposta fabricação de dossiês contra o tucano José Serra.O depoimento será na quinta-feira (17), às 9h. O delegado disse que o jornalista Luiz Lanzetta,que era encarregado da área de imprensa da pré-campanha de Dilma Rousseff (PT), lhe pediu que investigasse o candidato do PSDB à Presidência. Lanzetta nega ter feito o pedido
A Polícia Federal prendeu hoje pelo menos 11 pessoas suspeitas de envolvimento em desvios de recursos públicos por meio de uma Oscip (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) em Londrina. A operação, batizada de Parceria, cumpre 40 mandados de busca e apreensão e 14 de prisão em cinco estados. Segundo a PF, os recursos eram recebidos por meio de parcerias firmadas com órgãos da União, dos estados e municípios para desenvolver projetos no serviço público. Estima-se que R$ 300 milhões tenham sido desviados. Só em Londrina, segundo auditoria da CGU, foram pagos mais de R$ 10 milhões em alegadas despesas, que não foram comprovadas.
Veja agora por que o governo gastou bilhões em publicidade para abafar a CPI da Petrobras. Encaminhamos 18 representações ao MP. Algumas denúncias já estão esclarecidas pela PF.
O superfaturamento de pelo menos cinco obras da Petrobras gerou um custo adicional de R$ 1,4 bilhão, apontam investigações da Polícia Federal. A informação consta de reportagem de Leonardo Souza e Renata Lo Prete, publicada na edição deste domingo da Folha. Segundo a PF, as construtoras envolvidas no superfaturamento participaram, ainda que de forma indireta, da elaboração dos editais, de forma a restringir a quantidade de concorrentes e direcionar os vencedores dos certames. Os documentos da polícia indicam problemas nos empreendimentos: Unidade de Tratamento de Gás de Caraguatatuba; Unidade de Coque da Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar); e Refinaria do Nordeste, entre outros. Camargo Corrêa, GDK e Queiroz Galvão são algumas das principais construtoras que participam do conluio, ainda de acordo com a PF.
Alguns políticos estão fazendo, literalmente, a festa com dinheiro público. Associam-se a ONGs para conseguir recursos do Ministério do Turismo e realizar eventos festivos, num esquema que muitas vezes envolve fraudes e tira proveito de falhas de fiscalização do governo federal. A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União investigam corretagem de emendas parlamentares, pagamento de propina a quem libera a verba e uso de notas frias. A Folha de São Paulo destaca a denúncia em sua edição de hoje.
A Polícia Federal de Mato Grosso prendeu hoje o ex-caixa do PT no estado, o empresário Valdebran Padilha, um dos envolvidos na tentativa de compra de um dossiê contra tucanos nas eleições de 2006. Chamado de “aloprado” pelo presidente Lula na época, Padilha é acusado agora de participar de um esquema de fraudes em licitações. Outras três pessoas também foram presas na operação.Os envolvidos teriam desviado mais de R$ 200 milhões.
Um documento da Justiça Federal afirma que o petista Hamilton Lacerda é o homem da mala de dinheiro no caso do dossiê contra tucano, segundo o jornal Folha de S.Paulo. Lacerda, que sempre negou ter transportado mala de dinheiro, já era acusado pela Polícia Federal. A decisão de 2009 de Jefferson Schneider, da 2ª Vara Federal de Cuiabá (MT), diz “existir evidência suficiente” de que o petista levou R$ 1,7 milhão a um hotel em São Paulo. O dinheiro foi entregue a um funcionário da campanha de Lula para a compra do dossiê para envolver o ex-governador José Serra com fraudes na venda de ambulâncias
Apontado em 2006 pela Polícia Federal como o homem da mala de dinheiro que seria usada na compra de um dossiê contra tucanos, no “escândalo dos aloprados”, Hamilton Lacerda virou fazendeiro na Bahia, informa reportagem de Hudson Corrêa e Leonardo Souza, publicada neste domingo pela Folha
O Banco HSBC, uma das instituições que atendem a Assembleia Legislativa do Paraná, encontrou indícios de fraude na conta bancária aberta em nome da lavradora Vanilda Leal. Ela aparece como servidora da Casa, é semianalfabeta, vive do Bolsa Família e mora em um casebre em Cerro Azul, no Vale do Ribeira. Apesar disso, sua conta recebeu R$ 1,2 milhão entre 2004 e 2009. Gestão bancária fraudulenta é crime federal, o que mantém as investigações de irregularidades na Assembleia sob responsabilidade da Polícia Federal e do Ministério Público Federal. A revelação é do jornal Gazeta do Povo, que realiza a série de reportagens sob o título de “Diários Secretos”. O jornal não revelou ainda quem é o parlamentar responsável por essa contratação fantasma.
A nova ministra da Casa Civil, Erenice Guerra, será convocada a prestar esclarecimentos no processo que investiga a confecção de um dossiê com gastos do governo FHC. Erenice, que assume hoje no lugar de Dilma Rousseff, e outras seis pessoas serão ouvidas pela Polícia Federal, a pedido do Ministério Público Federal. Depois de um ano e três meses suspensa, a investigação será retomada com acareação e novos depoimentos. Segundo a Folha de S.Paulo, foi Erenice, como secretária-executiva da Casa Civil, quem mandou confeccionar o dossiê. O MPF encaminhou ofício à Justiça, pedindo que, em 90 dias, a polícia faça acareação entre duas pessoas que já prestaram depoimento e interrogue sete, entre elas, Erenice.
A Polícia Federal instaurou hoje inquérito policial para apurar desvios de recursos públicos na Assembleia Legislativa do Paraná.De acordo com as denúncias, existem 2.178 atos secretos no Legislativo estadual (entre janeiro de 2006 e março de 2009), que não foram publicados em nenhum diário oficial ou estão em diários avulsos, sem numeração e aos quais alguns deputados não tiveram acesso.O diretor administrativo da Assembleia, José Ary Nassif, pediu afastamento do cargo no último dia 22. Na semana anterior, o diretor-geral, Abib Miguel deixou o posto.
O Instituto de Cardiologia do DF (Incor) informou que o governador cassado do DF, José Roberto Arruda, já concluiu o cateterismo no coração. Arruda chegou por volta das 7 horas no hospital acompanhado de agentes da Polícia Federal. O exame foi pedido pelo médico particular do governador, depois que uma tomografia detectou a obstrução parcial de uma das artérias do coração de Arruda. A defesa do governador cassado pediu ao STJ a prisão domiciliar para que Arruda possa se recuperar em casa do procedimento médico.
O suspeito de matar o cartunista Glauco e seu filho Raoni, Carlos Eduardo Sundfeld Nunes, foi preso às 23h do domingo em Foz do Iguaçu (PR). Segundo a Polícia Federal, ele tentava atravessar a Ponte da Amizade para chegar ao Paraguai com um carro roubado quando foi preso. Carlos Eduardo reagiu com tiros à fiscalização da PF e um dos policiais ficou ferido. Na delegacia, segundo a PF de Foz do Iguaçu, Nunes confessou o assassinato de Glauco e o filho.
A Polícia Federal informou hoje que os exames do governador afastado do DF, José Roberto Arruda, não apontaram nenhuma alteração no estado de saúde dele e descartaram a suspeita de trombose no tornozelo direito. A estratégia dos advogados do governador é utilizar uma possível avaliação médica apontando problemas de saúde para tentar conquistar na Justiça direito a prisão domiciliar para o ex-democrata. A defesa de Arruda sustenta que ele sofre de diabetes, queda de pressão e está com o pé inchado.
Um levantamento realizado pelo Serviço de Perícia de Engenharia e Meio Ambiente da Policia Federal apontou superfaturamento de cerca de R$ 700 milhões em 303 obras inspecionadas. O trabalho realizado pela PF ,que o jornal Folha de São Paulo teve acesso, demonstrou que de cada R$ 100 desembolsados pelo poder público, R$ 29, em média,foram superfaturados.
A defesa do governador afastado do DF, José Roberto Arruda, protocolou hoje no Supremo Tribunal Federal documento que inclui compromisso de ficar licenciado da chefia do Executivo do DF até o final das investigações da Operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal. A estratégia da defesa é aumentar as chances de obter vitória no julgamento do habeas-corpus, marcado para amanhã no Supremo. O documento é assinado pelo próprio Arruda e por seus advogados.
Para construir um fato político com poder de tirá-lo da cadeia, o governador afastado do DF, José Roberto Arruda, pediu o adiamento do julgamento do habeas-corpus previsto para hoje. Arruda também já cogita renunciar ou pedir licença até o fim das investigações da Polícia Federal. A estratégia discutida com os advogados sinalizaria aos ministros STF – propensos a manter Arruda na cadeia – que longe do cargo ele não poderia mais obstruir as investigações, fato que motivou a prisão. Pelo cronograma da Câmara Legislativa, Arruda tem até meados de março para renunciar sem sofrer os efeitos de um impeachment. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.
A Polícia Federal transferiu, no fim da tarde, da carceragem da Superintendência da PF para a Penitenciária de Brasília – conhecida como Papuda – três acusados de tentativa de obstrução da Justiça que se apresentaram depois que o STJ decretou a prisão preventiva deles, junto com a do governador Arruda. Os três são o ex-secretário de Comunicação do GDF, Wellington Moraes, o ex-diretor da Companhia de Energia de Brasília, Haroaldo Brasil de Carvalho, e um sobrinho de Arruda, Rodrigo Arantes.
O ministro Marco Aurélio, do STF (Supremo Tribunal Federal), adiou para hoje a decisão sobre o habeas corpus do governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (sem partido), que passou essa noite na Polícia Federal após ter a prisão decretada na tarde de ontem.
A Polícia Federal cumpriu ontem à noite os mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Superior Tribunal de Justiça, em três endereços do governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda. Foram feitas buscas na residência oficial do governador, em Águas Claras, na sede do governo, em Taguatinga, e na casa particular de Arruda, no Parkway. O governador passou a noite em uma sala especial da PF.