“Lembra do Francenildo, aquele caseiro de Brasília, que teve seus extratos bancários violados pelo governo? Se continuar assim, todos nós seremos Francenildos à mercê de gente sem escrúpulos, sem limites. Não é isso que os brasileiros merecem”, disse o presidenciável tucano, José Serra, no programa do horário eleitoral, ao se referir à quebra do sigilo fiscal de sua filha Verônica.
O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, alertou pessoalmente, em janeiro, o presidente Lula para a hipótese de violação de sigilo fiscal de sua filha, Verônica. Segundo relatos de aliados de Serra, a conversa com Lula aconteceu no dia 25 de janeiro, quando se encontraram na solenidade oficial de comemoração do aniversário da cidade de São Paulo. Serra conta que, advertido pela própria filha, mostrou a Lula cópias impressas de artigos publicados em blogs de apoio ao PT e à candidatura de Dilma Rousseff. Como os textos continham dados sobre Verônica, Serra reclamou da exposição de sua família em blogs, segundo ele, “patrocinados pelo governo”. O tucano teria questionado Lula sobre a origem dos dados. Ainda segundo relatos a aliados, o presidente disse que não tinha nada a ver com as publicações.
A ampliação da cobertura jornalística do escândalo da violação do sigilo fiscal da empresária Verônica Serra, filha do presidenciável do PSDB, José Serra, acendeu o sinal vermelho no comando da campanha de Dilma Rousseff.O PT decidiu encomendar uma pesquisa qualitativa para aferir o impacto político do escândalo na campanha eleitoral.Além disso, o partido vai analisar com lupa os levantamentos que saem nos próximos dias.O Ibope divulga nova pesquisa amanhã e o Instituto Datafolha no sábado. Um dos coordenadores da campanha de Dilma admitiu à Agência Estado que depois que a cobertura do episódio ganhou espaço nos telejornais, principalmente no Jornal Nacional – acompanhado diariamente por milhões de brasileiros -, a repercussão será muito maior junto ao eleitorado.
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse hoje que não “está cogitando” demitir o secretário da Receita Federal, Otacílio Cartaxo. A crise envolvendo a quebra de sigilo de pessoas ligadas ao presidenciável tucano José Serra levou Cartaxo a dizer que seu cargo pertence ao ministro. A Receita admitiu a possibilidade de haver uma quebra sistemática de sigilos na agência de Mauá (SP), mas procura despolitizar a questão. O delegado da Polícia Federal, Hugo Uruguai, já recebeu disco rígido dos computadores de onde vazaram os dados fiscais sigilosos.O material será analisado pelo Instituto Nacional de Criminalística. O acesso aos computadores suspeitos foi autorizado pela 12ª Vara Federal.
O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, disse hoje que a estratégia do governo federal e do PT têm sido a de blindar a candidata Dilma Rousseff no episódio da quebra do sigilo de sua filha. Ele voltou a responsabilizar Dilma pela ação, demonstrou desconfiança sobre o rumo das investigações pela Receita Federal e acusou a ex-ministra de ser uma candidata inventada e que esconde seu passado. Serra disse ainda que o PT está desmoralizando a Receita com a ação de arapongas do partido. “Ela é a responsável, porque é a responsável pela campanha. O esquema de espionagem foi feito com gente nomeada, reuniões, pessoas contratadas e tudo mais. Além do mais, isso é tradicional dentro do PT. O PT está conseguindo desprestigiar a Receita Federal.A Receita está sendo prejudicada pela ação dos arapongas do PT”, disse.
O comando da Receita Federal suspeitou de fraude na violação do sigilo fiscal da filha do candidato do PSDB à Presidência, José Serra, mas mesmo assim montou uma operação para abafar o escândalo e evitar impacto político na campanha de Dilma Rousseff (PT).Segundo o jornal O Estado de S.Paulo, em meio ao discurso oficial de que não havia irregularidade, o governo já sabia que a procuração usada para violar os dados de Verônica Serra poderia ser falsa. Os novos documentos da investigação também provam que a Receita sabia desde o dia 20 de agosto que o sigilo fiscal de Verônica havia sido violado. Um documento mostra que, na tarde de terça-feira, a comissão de inquérito decidiu encaminhar o caso ao Ministério Público Federal. Ou seja, antes de a filha de Serra e o cartório afirmarem que o documento era falso, o que desmente o discurso e a entrevista doo secretário da Receita, Otacílio Cartaxo.
A oposição entrou na Justiça e reagiu contra o vazamento do sigilo da filha de José Serra e contra as versões da Receita Federal, que acabou admitindo a falsificação de documentos. Veja no Bom Dia Brasil:
Trecho do artigo de Miriam Leitão publicado no jornal O Globo de hoje: ” Já se sabe quem perdeu a eleição de 2010: a Receita Federal. O órgão sai dessa campanha com uma queda violenta de credibilidade.Pelo que fez, pelo que deixou de fazer, pelo que deixou que fizessem em suas repartições, a Receita que tinha o respeito dos brasileiros — e o temor dos sonegadores — hoje está reduzida a um braço de um partido político.A violação do sigilo fiscal da filha do candidato José Serra é daqueles fatos que acabam com quaisquer dúvidas que por acaso ainda persistiam. A resposta dada pela Receita de que interposta pessoa levou procuração pedindo para quebrar o sigilo da contribuinte foi espantosamente grosseira.Quem pare um minuto para pensar na explicação do órgão sabe que não faz sentido algum. Quer dizer então que uma pessoa com documento falsificado pode pedir informações protegidas? As primeiras apurações derrubaram a versão oficial….No caso de ser uma espionagem política, e com fins bem óbvios, é preciso que se saiba tudo antes do fim do pleito. É urgente que se faça uma investigação que acabe com as dúvidas e não as aumente”.
Fiz um apelo hoje, no plenário do Senado, por uma indignação coletiva contra a quebra do sigilo fiscal de Verônica Serra, filha de José Serra. Falei sobre as falsificações grosseiras na procuração que foi usada para ter acesso dos dados confidenciais de Verônica e reafirmei que não aceitamos a condição de ingênuos e não admitimos acreditar no Papai Noel do governo Lula. Leia no Terra e Agência Senado
A coligação do candidato José Serra (PSDB) apresentou há pouco no Tribunal Superior Eleitoral pedido de investigação contra Dilma e integrantes da campanha da candidata no episódio de quebra de sigilo de dados fiscais da Receita.Os advogados da coligação de Serra também pedem cópia dos documentos obtidos sobre o episódio, até o momento, pela Polícia Federal e pela Corregedoria da Receita.Na representação, os advogados alegam que houve abuso de poder político e uso da máquina contra o candidato.Não temos dúvida que há motivação e interesse eleitoral. A filha de serra não teria o seu sigilo violado se ele não fosse candidato a presidente da República. A Receita Federal está aparelhada por isso não tem autoridade poltica e moral administrativa a para realizar qualquer investigação.
A tropa de choque do governo conseguiu derrubar hoje na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado a convocação para o ministro Guido Mantega (Fazenda) prestar depoimento sobre a quebra de sigilo da filha do candidato à Presidência José Serra (PSDB), a empresária Verônica, e outras pessoas ligadas ao tucano e ao PSDB. Leia mais na Folha Online
O que disse José Serra, ontem à noite, no Jornal da Globo, sobre a quebra de sigilo da sua filha: “Este é um ato criminoso. Já há vários que tiveram seus sigilos quebrados para efeito político-eleitoral. E outros terão sido por outros motivos. Mas neste caso é claríssimo. E é um jogo, ao meu ver, sujo, é um jogo baixo. Aliás, utilizar filho dos outros para ganhar eleição eu só me lembrava do Collor ter feito isso com o Lula, lembra? O Collor utilizou uma filha do Lula, a turma do Collor montou essa história para ganhar do Lula em 89. E o Collor ganhou. Agora a turma da Dilma está fazendo a mesma coisa, pegando milha filha, que não faz política, que é uma mãe de três crianças pequenas, que trabalha muito para criar as crianças juntas, para poder viver. A Dilma, aliás, está repetindo aquilo que o Collor fez e mais, agora o Collor está do lado dela. Quem sabe talvez ele tenha transferido a tecnologia”. Questionado sobre a justificativa da Receita Federal de que essa quebra de sigilo foi feita a pedido da sua filha, Serra disse: “É mentira, mentira descarada. Mentira descarada. E agora, você sabe, esse pessoal mente, eles são profissionais da mentira. Então são profissionais da mentira. Mentem e dizem qualquer coisa. Tem que provar isso”.
Hoje(01/09), às dez horas, a Comissão de Justiça do Senado deve votar meu requerimento que convoca o ministro Guido Mantega para depor sobre a violação do sigilo fiscal de vários contribuintes. Cresce em importância essa decisão em razão das últimas informações sobre a quebra de sigilo de familiares do candidato José Serra. A se confirmar o noticiário de agora à noite estamos diante de ignomínia sem precedentes. A reação há de ser proporcional ao tamanho do crime. A indignação incontida exige vigorosa reação de todos os democratas. A cumplicidade nesta hora não é a melhor conselheira. Avalizar a impunidade é premiar os criminosos da política que habitam os subterrâneos do atual governo.
Em meio à quebra de sigilo do Imposto de Renda de pessoas ligadas ao PSDB, o candidato à presidência José Serra disse hoje que a campanha petista está usando a estratégia do “pega ladrão”, já que Dilma Roussef acusou os tucanos de terem um histórico de vazamento. “O sujeito bate a carteira de alguém, enfia ela no bolso e sai gritando: ‘Pega ladrão!” Serra disse ainda que o PT segue a linha de que as vítimas são culpadas. “Tudo o que foi feito foi para proveito da campanha dela [Dilma], organizado pela campanha dela, aquele dossiê sujo que estavam preparando, organizado pelo Fernando Pimentel [candidato do PT ao Senado], já tinha dados de quebra de sigilo”, reiterou.
A Corregedoria da Receita Federal enviou ao Ministério Público Federal representações que apontam a servidora Adeilda dos Santos, da Delegacia de Mauá (SP), como a principal responsável pelos vazamentos de dados fiscais protegidos por sigilo.Os dados de quatro tucanos ligados a José Serra teriam ido parar em suposto dossiê montado por integrantes da campanha de Dilma Rousseff(PT), que nega. Segundo a investigação, Addeilda operava de seu computador o esquema, classificado pela Receita como um balcão de venda de sigilos.A corregedoria concluiu que o acesso era sempre feito periodicamente e em pacotes, o que indica ação por encomenda. Adeilda nega e diz que a senha de acesso ao sistema era socializada.
Ontem à noite, aqui em Porto Alegre, no Brasil Ideias, da Revista Voto, falei sobre mudanças necessárias propostas pela candidatura José Serra à Presidência. Destaquei números do crescimento econômico do Brasil comparativamente com os demais países da América Latina. Não podemos nos conformar com um crescimento que ficou muito aquém das potencialidades do nosso país. Lembrei que a dívida pública cresce assustadaoramente e pode se constituir em bomba relógio de efeito retardado que exigirá providências drásticas do próximo presidente. E mais uma vez destaquei que a corrupção afugenta investimentos, compromete oportunidades e reduz significativamente a renda per cápita do brasileiro. Enfatizei que, no presidencialismo forte como o nosso, só um presidente com perfil de modernidade, mudancista e capaz de produzir reformas poderá levar o Brasil a alcançar percentuais de desenvolvimento compatíveis com nossas aspirações. Entre as reformas essenciais enumerei a Política, a Tributária e a Administrativa. Esses objetivos nacionais justificam o voto em José Serra. Leia mais no site da Revista Voto e a parte mais política do debate, com o assessor da Presidência Marco Aurélio Garcia, no jornal Zero Hora e no Terra
O candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, voltou a cobrar da candidata Dilma Rousseff (PT) explicações sobre o vazamento de dados fiscais de quatro pessoas ligadas ao tucano. “Dilma tem de dar explicações ao Brasil do que aconteceu, porque foi feito e quem são os responsáveis. Não é a primeira vez que eu sofro deste tipo de baixaria. Vocês lembram o dossiê dos ”aloprados”, comandado pelo atual candidato do PT ao governo de São Paulo (Aloizio Mercadante). Agora tem mais essa. Há uma permanente guerra de baixaria”, afirmou o tucano, em entrevista na capital paulista.
A oposição vai ingressar na Justiça Eleitoral com uma ação contra a candidata do PT Dilma Rousseff, por considerar que sua campanha foi responsável pela quebra de sigilo do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge, e de outros três tucanos próximos ao candidato José Serra. PSDB, DEM e PPS acusam Dilma de crime eleitoral, uma vez que os dados fiscais dos tucanos seriam usados em um dossiê montado pelo grupo que atuou na pré-campanha da petista. Parlamentares dos três partidos se reúnem hoje com o presidente do STF , Cezar Peluso, para pedir que o tribunal investigue as quebras de sigilo. A Comissão de Constituição e Jusiça do Senado aprovou requerimento de minha autoria e na próxima terça (31)vai ouvir o o corregedor da Receita Federal, Antonio Costa D’Ávila Carvalho, sobre os vazamentos.
O candidato do PSDB à presidência, José Serra, aproveitou o espaço no horário eleitoral gratuito de rádio veiculado hoje para criticar a imagem de “mãe” explorada pela campanha da adversária petista Dilma Rousseff. “Esse negócio de mãe do povo é coisa de quem acha que o povo é criança. O candidato tem que conversar com a gente nem de igual para igual, é de brasileiro para brasileiro.Você que sustenta essa nação com trabalho duro e imposto muito alto não merece ser tratado como criança. Não precisa de uma nova mãe, de um novo pai. O que cada brasileiro precisa é de oportunidade”.
Pesquisa Datafolha divulgada hoje mostra a candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, com 49% das intenções de voto, contra 29% do candidato do PSDB, José Serra. A candidata do PV, Marina Silva, obtém 9% no levantamento.A pesquisa tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento foi encomendado pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”. Foram realizadas 10.948 entrevistas em 385 municípios entre segunda-feira (23) e terça-feira (24).
Participo nesta quinta (26/08) às 18h30, no Hotel Sheraton,em Porto Alegre, do “Brasil de Ideias – Um Encontro de Líderes Pelo Futuro do País”, que reunirá lideranças dos principais setores da economia nacional para discutir e apontar os caminhos para manter o crescimento e desenvolvimento do Brasil. Representarei a coordenação de campanha do candidato tucano à presidência, José Serra. O assessor da presidência da República, Marco Aurélio Garcia, representará a campanha de Dilma Roussef. Leia mais
O vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge Caldas Pereira, não foi o único tucano a ter o sigilo fiscal violado dentro da Receita Federal. Outros três integrantes do partido e ligados ao candidato tucano à Presidência, José Serra, também tiveram seus dados acessados irregularmente dentro do fisco. Servidores da Receita imprimiram sem motivação profissional as declarações de Imposto de Renda do ex-ministro Luiz Carlos Mendonça de Barros, do ex-diretor da Previ Ricardo Sérgio e de Gregorio Marin Preciado, primo de Serra. Os dados foram levantados pela Corregedoria Geral da Receita, que abriu investigação para apurar a quebra do sigilo de Eduardo Jorge. De acordo com a corregedoria, as informações dos três tucanos foram acessadas nos terminais de três funcionárias da agência do fisco em Mauá (SP), mesmo local de onde foram retiradas as cópias das declarações de EJ. O corregodor da Receita vem ao Senado na próxima terça-feira(31/08).
O programa do horário eleitoral do candidato do PSDB à Presidência, José Serra, que foi ao ar na tarde de hoje (24) subiu o tom em relação às críticas à adversária Dilma Rousseff (PT).Pouco antes do encerramento, o programa do tucano disse que a petista está “se achando” e insinuou que José Dirceu e Antonio Palocci poderiam fazer parte de um eventual governo da ex-ministra.”O povo nem votou e ela já tá escolhendo os ministros. E olha quem tá querendo voltar: José Dirceu, o mesmo do mensalão, Palocci. O Brasil não merece isso,” diz o locutor.O trecho final, em que é feita a acusação, tem um fundo diferente do resto do programa. José Serra não aparece e a única identificação de que se trata do programa do tucano é uma rápida aparição da coligação que sustenta o candidato.A informação é da Folha Online
Os números da pesquisa CNT/Sensus divulgada hoje: Dilma Rousseff (PT) tem 46% das intenções de votos na pesquisa estimulada, contra 28,1% para José Serra (PSDB) e 8,1% para Marina Silva (PV). A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa foi realizada entre os dias 20 e 22 de agosto, com duas mil entrevistas em 136 municípios.
Nesta quarta-feira às 9 horas falarei na abertura do evento “Brasil World Cup Transportation Congress”, no Hotel Meliá, Jardim Europa, São Paulo. Falarei sobre as dificuldades do Brasil para atender as exigências da FIFA com vistas à Copa do Mundo de 2014. Na quinta-feira às 19 horas representarei José Serra em debate promovido pela Revista Voto, que reunirá lideranças políticas e empresariais no evento “Brasil de Ideias”. Será no Sheraton Hotel, Salão Mercosul, em Porto Alegre. Na sexta-feira estarei em Santa Maria, no interior do Rio Grande do Sul, inaugurando o Comitê José Serra Presidente.
A candidata Dilma Rousseff (PT) conta com um fluxo recorde de doações para o seu partido, em contraste com a campanha do adversário José Serra (PSDB).As doações recebidas este ano pelo Diretório Nacional do PT já representam o dobro dos recursos arrecadados por todos os seis partidos da coligação do tucano. A falta de recursos, inclusive, tem sido motivo de reclamação de aliados de Serra nos Estados.De janeiro até 31 de julho, o Diretório Nacional do PT recebeu R$ 43,7 milhões em doações, quase a totalidade de empresas. No total, PSDB, DEM, PPS, PTB, PMN e PT do B arrecadaram R$ 19,4 milhões no mesmo período.As informações são do Jornal Folha de São Paulo.
Pesquisa Datafolha realizada ontem e publicada na Folha deste sábado aponta a candidata do PT, Dilma Rousseff, com 47% das intenções de voto. No levantamento feito entre os dias 9 e 12, ela estava com 41%. Serra passou de 33% para 30%. Marina oscilou de 10% para 9%. A petista teria 54% dos votos válidos e seria eleita no primeiro turno. Foram feitas 2.727 entrevistas. Os números não recomendam o desestímulo e sim pronta e forte reação crítica. Nas eleições de 2006, Alckmin neste momento da campanha apresentava-se com apenas cerca de 24% e Lula venceria no primeiro turno. A reação ocorreu e a eleiçao só se definiu no segundo turno. Fatos novos alteram. Eles precisam ser estimulados. Postura oposicionista mais veemente é o caminho. Ou existe outra alternativa?
O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, disse hoje que o governo federal financia “blogs sujos” que “dão norte do patrulhamento” a jornalistas. Durante discurso no 8º Congresso Brasileiro de Jornais, Serra afirmou que o governo faz “perseguições sistemáticas” a jornalistas e defendeu que haja regulamentação do direito de resposta depois que o STF julgou a lei de imprensa como inconstitucional. Serra fez críticas diretas à candidata Dilma Rousseff e ao PT por defenderem o “controle da mídia”, que segundo ele, nada mais é do que censura e restrição à liberdade de expressão. O candidato assinou ao final do pronunciamento da “Declaração de Chapultepec”, documento em defesa da liberdade de expressão.
O segundo debate entre os três principais candidatos à Presidência da República, nesta quarta-feira, foi marcado por embates acalorados e trocas de farpas entre José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT). Com a proximidade das eleições, o início da propaganda eleitoral na TV e diante do cenário desenhado pelas últimas pesquisas, todos elevaram o tom durante o evento, promovido por Folha/UOL. Até mesmo Marina Silva (PV). Normalmente mais pacífica, ela escolheu o tucano como o principal alvo. Comportamento bem diverso do que os políticos tiveram durante o primeiro debate, em 5/08, na Band.
Polêmicas e biografias tomaram conta do quarto bloco do debate entre os presidenciáveis promovido pela Folha/UOL nesta quarta-feira. Um internauta questinou se a petista Dilma Rousseff não era uma “candidata improvisada, assim como o vice de Serra. A opinião é de www.veja.com