A sanção do reajuste dos aposentados; o futuro dos julgamentos com a Lei Ficha Limpa; a homenagem em Maringá; o parcelamento das multas de trânsito; a cobrança de benefícios para o Paraná e a convenção nacional do PSDB. Assista
Artigo publicado hoje no “Wall Street Journal” faz comentários duros e irônicos sobre a política externa brasileira e sobre o presidente Lula. “O Brasil pode estar ganhando algum respeito no front econômico e monetário mundial, mas quando se trata de liderança geopolítica, o senhor Silva está trabalhando horas extras para preservar a imagem do país como de terceiro mundo ressentido”, diz a colunista Mary Anastasia O’Grady. Se referindo ao acordo com Irã, o jornal diz: “Lula está conduzindo a reputação do Brasil para a areia por sua própria gratificação política. Para satisfazer à esquerda, Lula está defendendo e elevando seus heróis, que são alguns dos mais notórios violadores de direitos humanos do planeta”, diz. No campo pessoal, ela fez a seguinte descrição do presidente: “O partido de Lula é de esquerda, mas ninguém pode confundi-lo com um bolchevista comprometido. Ele é apenas um político inteligente que veio das ruas e ama o poder e as limusines”. Sobre as eleições presidenciais, a colunista afirma que a sucessão de Lula não é garantida. “Será que vai funcionar? Muito dependerá se os brasileiros que vêem sua ‘dança com os déspotas’ como desperdício para a nação emergente. Como o ex-presidente brasileiro Fernando Henrique Cardoso advertiu, a política de Lula faz o Brasil ficar “mudando de lados”, mas está longe de estar claro se os brasileiros estão de acordo com ela”, termina.
A informação é de Reinaldo Azevedo em seu blog. Veja: “Lula também vai montar um instituto assim que deixar a Presidência. O chapéu já corre entre os empresários. Um deles já procura um prédio. Escrevi outro dia que o petista sempre chega ao lugar a que chegou FHC, mas com dez anos de atraso. Nesse caso, será um pouco menos. Bem, é claro que o instituto de Lula será muito mais bacana do que o de seu antecessor. Na verdade, ficaremos sabendo que “nunca antes na história destepaiz se viu um instituto igual”.
Veja como Lula em 2000 criticava os programas sociais do Governo Fernando Henrique, considerando-0s assistencialistas. Eleito, os adotou. Mudou o nome do Bolsa Escola para Bolsa Família e fez dele o programa carro chefe de seu governo. E no ano eleitoral, tenta convencer os brasileiros de que o partido que inaugurou e consolidou esses programas sociais deseja implodi-los. A verdade, com voz e imagem, aqui . E Lula, o filho da coerência, aqui
O evento que lançará a pré-candidatura do tucano José Serra à presidência neste sábado (10) será transmitido ao vivo pela internet, por meio do site do PSDB. Um telão instalado no palco exibirá a página do ex-governador de São Paulo no twitter, com as postagens mais recentes.Serra é esperado para discursar no fim da manhã e deve ocupar o microfone por pelo menos uma hora. Antes dele, a partir das 9h, falarão os presidentes do PSDB, DEM e PPS, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o ex-governador de Minas Gerais Aécio Neves.
O jornalista e escritor Ruy Castro, autor das memoráveis biografias de Nelson Rodrigues, Garrincha, Carmem Miranda, além de outras obras, reconstituiu com o talento que lhe é peculiar a vida boêmia e cultural carioca dos tempos da Bossa Nova, no livro “Chega de Saudade”. A Folha de S. Paulo, quem sabe inspirada no título da obra de Ruy Castro, traz o editorial “Chega de Saudade” e, com rigor jornalístico e isenção, traça o itinerário desafinado da candidata oficial ao Planalto, que de forma obsessiva e reproduzindo o comportamento do mandatário-mor insiste em voltar-se para o passado com o intuito de ”forjar uma revanche na disputa particular de Fernando Henrique Cardoso e o presidente Lula. Registrei nos anais.Agência Senado
Hoje nos principais jornais do país mais um artigo de Fernando Henrique Cardoso. Ex-presidente prega a ‘união’ contra o ‘pensamento único’. Diz que PT ‘se descola da tradição democrática do Brasil’. Compara a sucessão à luta pelas diretas e o fim da ditadura .Leia Aqui
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse que está na hora de o PSDB começar a fazer campanha política.“As coisas têm o seu momento, eu acho que agora é o momento, tem que atuar, tem que crescentemente falar. Nós temos que dizer ao que estamos vindo. Houve uma precipitação do presidente da República ao fazer campanha abertamente, então deu a impressão de que os outros estão atrasados. Mas na verdade a época apropriada é agora”. FHC disse ainda que o partido poderia fazer campanha antes mesmo do anúncio de um candidato. “Eu não sei por que o partido tem que esperar que alguém diga que é candidato para fazer propaganda. Deve fazer o quanto antes”.
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso voltou a defender hoje um vice do PSDB para compor a chapa puro sangue com o governador de SP, José Serra, na disputa presidencial: “Não precisa ser necessariamente o Aécio. Puro sangue depende das circunstâncias. A população hoje não acredita muito em siglas, partidos e legendas. O eleitor vai olhar quem está lá e qual é a pessoa”, afirmou. FHC também voltou a defender uma maior fiscalização pela Justiça eleitoral da pré-campanha. “O uso da máquina pública é crime. A Justiça tem que atuar com mais firmeza nessa matéria”, declarou.
Convidado por Augusto Nunes, de Veja, Lula não aceitou debater com Fernando Henrique Cardoso. Prefere o monólogo desonesto. Franklin Martins, o porta-voz, disse: “O presidente Lula, quando deixar a Presidência e se tornar um ex-presidente, aceitará debater com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso”. Augusto Nunes, o promotor do debate, rebate: “Se Lula estivesse apenas presidindo o processo sucessório, como costumam fazer em países civilizados chefes de governo em fim de mandato, o convite nem teria existido. Se tivesse apenas optado por uma candidatura, sem se envolver ostensivamente na disputa, a recusa até seria aceitável. Como os fatos informam que o presidente se enfiou até o pescoço na campanha que antecipou ilegalmente, a rejeição do convite deixa de fazer sentido. A opção pelo monólogo confirma a suspeita de que foi descoberta a kriptonita do SuperLula. Chama-se FHC.
O debate provocado pelo artigo de FHC; a decisão sobre os vetos de Lula ao Orçamento; a urgência do pré-sal; o projeto Ficha Limpa e a criação do fundo para recuperar clubes de futebol. Veja no vídeo:
O jornal americano “Miami Herald” publicou hoje uma entrevista com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso sobre as eleições no Brasil. De acordo com a reportagem, o ex-presidente disse que a ministra Dilma Rousseff é mais dogmática que o presidente Lula: “Ela é mais dogmática. Ela tem uma visão ultrapassada, favorecendo uma maior interferência do Estado na economia”, disse FHC, segundo a reportagem. Em outro trecho, o ex-presidente diz que ela provavelmente se aproximaria mais da esquerda do presidente venezuelano Hugo Chávez. No artigo, assinado por Andres Oppenheimer, o ex-presidente é citado como “o arquiteto da recuperação econômica brasileira” e “uma das vozes mais respeitáveis da oposição”.