Eleições 2010 no Canal Livre
Assista ao Canal Livre, exibido ontem na Band, com a repercussão da campanha eleitoral e das pesquisas. Participei do debate em nome do PSDB ao lado do representante do PT, deputado José Eduardo Cardoso.
Assista ao Canal Livre, exibido ontem na Band, com a repercussão da campanha eleitoral e das pesquisas. Participei do debate em nome do PSDB ao lado do representante do PT, deputado José Eduardo Cardoso.
Em quem votar para o Senado? É a pergunta dos paranaenses, pois 69% dos pesquisados pelo DATAFOLHA ainda não decidiram em quem votar para senador. O fato anima o deputado federal Gustavo Fruet, atualmente com 13% das intenções de voto. Com a propaganda eleitoral gratuita no rádio e televisão ele poderá ganhar a preferência dos indecisos. Gustavo tem como primeiro suplente o ex-ministro Euclides Scalco.
A convite do Centro Acadêmico “XI de Agosto”, entidade representativa dos estudantes da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo(USP), participo, na próxima segunda(09/08), em São Paulo, do debate “A Ideologia Partidária: um Debate Imprescindível”. O evento ocorrerá durante a tradicional Semana do XI, promovida pelo Centro Acadêmico para celebrar o aniversário da mais antiga Academia de Direito do país, com 108 anos de história. A semana, que vai de 09 a 13 de agosto, traz uma série de debates, palestras, eventos e, esse ano, terá como eixo temático as eleições 2010. O objetivo é aprofundar o debate eleitoral, buscando apresentar os projetos dos candidatos da maneira mais qualificada possível.
A Gazeta do Povo e o Jornal O Estado do Paraná publicam neste domingo entrevista que concedi definindo minha participação na campanha eleitoral deste ano. A) Participarei da campanha de José Serra à Presidência da República como se fosse minha própria candidatura, com o maior entusiasmo e dedicação, desejando o melhor para nosso país. B) Me manterei distanciado das eleições para o Governo do Paraná pelas seguintes razões: 1)- A legislação eleitoral impede-me de apoiar Osmar no rádio e TV por ser candidato de coligação adversária de meu partido. 2) Ademais, seria incoerência política apoiá-lo, já que fortaleceria a candidatura de Dilma Rousseff , do grupo que combato há quase 8 anos no Senado, em detrimento do projeto de Nação liderado por José Serra que considero a prioridade indiscutível. 3)-Não devo apoiar Beto Richa do meu partido, por razões ético-familiares, já que seria no mínimo constrangedor contribuir para eventual derrota do próprio irmão. Apoiarei a candidatura Gustavo Fruet-Euclides Scalco ao Senado vinculando-a ao projeto comandado por José Serra .
O ESTADO DO PARANA http://bit.ly/cAMC6S
GAZETA DO POVO http://bit.ly/8Zysv5
Tido como um dos candidatos que terão problemas com a aprovação da Lei da Ficha Limpa, o deputado federal Paulo Maluf (PP-SP), afirmou hoje não temer que sua candidatura seja barrada pela Justiça Eleitoral: “A minha ficha é a mais limpa do Brasil. De trabalho, de realização e 43 anos sem nenhuma condenação”, disse. Apesar de ter uma condenação por decisão colegiada, na segunda instância da Justiça estadual de São Paulo, Maluf afirmou que não está enquadrado nas inelegibilidades da Ficha Limpa: “É bom que se diga: sou elegível, sou candidato a deputado federal e não tenho nenhuma condenação. Tenho 43 anos de ficha limpa de trabalho”.
O presidente nacional da OAB, Ophir Cavalcante, comemorou a decisão do TSE de que a lei Ficha Limpa passe a valer para as eleições deste ano:”O TSE afirmou e reafirmou o que a nação brasileira está perseguindo há algum tempo: ela quer ética na política. Portanto, é mais uma vitória no combate à corrupção. A sociedade sai vitoriosa. Essa lei tem um efeito pedagógico, um efeito didático e vai apontar para que os partidos também tenham critérios mais rigorosos na escolha de seus candidatos”,disse.
O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) decidiu nesta quinta feira que a lei da Ficha Limpa, que impede a candidatura de pessoas com condenação na Justiça por um colegiado (mais de um juiz), valerá para as eleições deste ano.Os ministros entenderam, por 6 votos a 1, que a legislação sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no último dia 4 de junho não alterou o processo eleitoral e que, portanto, entra em vigor imediatamente.
Oficialmente a campanha presidencial nem começou, mas a turma do PT já mostrou o figurino com o qual irá desfilar nestas eleições: o da marginalidade descarada. Até agora, respeitar a lei foi o que menos importou para fazer dona Dilma crescer nas pesquisas. Para o petismo, notável por incluir o termo “mensalão” no léxico político brasileiro, o processo eleitoral é um vale tudo sem fim.Leia mais neste endereço da web onde publicamos subsídios para o discurso e a mobilização da oposição:http://pautaemponto.blogspot.com
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou hoje o projeto do Ficha Limpa, sem vetos. A nova lei, que será publicada amanhã no “Diário Oficial”, impede a candidatura de políticos condenados por um colegiado (mais de um juiz). A Justiça deve decidir se as novas regras vão valer já nas eleições de outubro.
Pela primeira vez na história, a classe média brasileira chega a uma eleição como maioria no país. São 31,2 milhões de brasileiros que escalaram a pirâmide social desde 2002, engrossando as fileiras da chamada classe C. A classe média representa hoje 53,6% da população brasileira, ou 103 milhões de pessoas. São famílias que recebem de R$ 1.115 a R$ 4.807 por mês, segundo cálculos do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas (FGV).Se toda a classe C pudesse votar, e o fizesse em apenas um candidato a presidente, decidiria sozinha a eleição, ou seja, para os analistas essa fatia da população será a fiel da balança na eleição de outubro.
A eleição de 3 de outubro próximo vai renovar dois terços do Senado, sendo que 27 senadores terão mais quatro anos de mandato, porque foram eleitos em 2006. Dos outros 54, 36 devem concorrer à reeleição, sete devem disputar eleições para outros cargos, seis estão indefinidos e cinco não devem ser candidatos a nada. Mais detalhes aqui http://bit.ly/bXj7H5
Em entrevista à revista Veja, Serra afirma: “Eu me preparei a vida inteira para ser Presidente”. A entrevista na íntegra você pode ler aqui: http://bit.ly/a0LXvc
Pesquisa Datafolha mostra José Serra (PSDB) com 38% das intenções de voto ante 28% de Dilma Rousseff (PT). É a primeira enquete após o lançamento da candidatura tucana, no sábado passado. No fim de março, Serra e Dilma tinham, respectivamente, 36% e 27%. Pela primeira vez Marina Silva (PV) com 10% aparece numericamente na frente de Ciro Gomes (PSB) com 9%, embora do ponto de vista estatístico ambos estejam empatados. Na simulação sem Ciro, Serra agrega quatro pontos. Atinge 42%. Dilma vai a 30%. E Marina fica com 12%. Ou seja, uma análise fria recomendaria ao governo e ao PT estimular Ciro a permanecer na disputa, a fim de evitar uma eventual vitória de Serra no primeiro turno.
A ex-ministra Dilma inaugurou sua campanha de forma atabalhoada. Começou com a mão na cabeça do Garotinho; prosseguiu com a confusa passagem por Minas; passou pelas trombadas com o clã Gomes no Ceará; e teve na irretocável declaração sobre os exilados “que fugiram da luta” sua cereja do bolo. É isso o que o PT oferece aos brasileiros nestas eleições presidenciais: um tom belicoso (tudo a ver com quem defende a bomba atômica iraniana), a disseminação da cizânia, a divisão permanente do país. Leia mais neste endereço onde são publicados subsídios para o discurso e a mobilização da oposição: http://pautaemponto.blogspot.com/
Os ministros que ao longo desta semana vão deixar o governo para se candidatar nas eleições de outubro estão abrindo a torneira dos cofres públicos. Juntos, sete dos 11 ministros que vão se desincompatibilizar dos cargos aumentaram em 110,6% a liberação de dinheiro dos convênios para os seus Estados de origem nos últimos 13 meses. Entre março de 2009 e março de 2010, a liberação de recursos para esses Estados foi de R$ 282,24 milhões. Essa quantia representa mais que o dobro do que havia sido liberado pelo mesmo grupo de ministérios nos 13 meses anteriores.
A Ministra Dilma em defesa de seu companheiro Joao Vaccari Neto, que se tornou alvo do Ministerio Público em razão do escândalo da Bancoop e das denúncias sobre cobrança de propina para o caixa do PT, afirma que a oposição quer obter vantagens eleitorais ao cobrar a responsabilização. Para a ministra, em ano eleitoral, os corruptos devem ser esquecidos? Em ano de eleiçao não se combate a corrupção? A impunidade deve ser proclamada em nome das urnas? É bom que a população tenha a exata noção do comportamento dos candidatos à presidência diante das denúncias de corrupção no país.
A ministra Dilma Rousseff classificou hoje a revelação do esquema de desvio de recursos da Bancoop – que lesou milhares de associados para montar um esquema de desvio de dinheiro que abasteceu a campanha de Lula em 2002 – como uma tentativa da oposição de prejudicá-la na campanha eleitoral. O rombo provocado pelo desvio de recursos da Cooperativa Habitacional no escândalo pode passar dos 100 milhões de reais. Como resultado, milhares de cooperados ficaram sem receber seus apartamentos. Para Dilma a oposição está tentando ressuscitar o escândalo do mensalão. “O pessoal está tentando, vamos dizer, trazer 2005 para a eleição de 2010, mas não acho que isso seja eficaz.Acho que é pouco eficaz”, disse.
O ministro do Tribunal Superior Eleitoral Joelson Dias aplicou multa de R$ 5 mil ao presidente Lula, por entender que ele fez campanha antecipada em favor da ministra Dilma Rousseff. Lula terá três dias para recorrer e o caso deve ser levado ao plenário para decisão final. A decisão atende pedido do PSDB. A propaganda antecipada foi em maio de 2009, durante inauguração de um complexo poliesportivo, construído com recursos do PAC, no Rio de Janeiro. O PSDB argumentou que Lula teria usado o seu discurso na inauguração como um “palanque para as eleições de 2010” em favor de Dilma e pediu a aplicação de penalidade ao presidente por desrespeito à legislação.
O alerta em ano eleitoral: alguns se venderam para vender a COPEL.Não conseguiram! O mensalão e o desvio de dinheiro da Bancoop. O centenário de Tancredo Neves. Veja no vídeo:
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse hoje que a ministra-chefe da Casa Civil e pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, enfrentará preconceitos “machistas” na disputa eleitoral pelo fato de ser mulher. “Preparem-se porque o preconceito continua e é muito forte na sociedade machista”, disse Lula no Rio de Janeiro durante um ato por ocasião do Dia Internacional da Mulher.
Em discurso na favela da Rocinha,ao lado da ministra Dilma, o presidente Lula afirmou hoje que muitos governantes só procuram as comunidades mais carentes em época de eleição. “Durante muito tempo governantes achavam que pobre só era gente em época de eleição e fora dessa época não valia mais nada. O que está se fazendo é dizer pra essa gente que no meu governo não tem diferença origem social, seja pobre ou rico, tem mesmo tratamento. Não queremos tirar benefícios que o rico tem, mas queremos que o pobre suba um, dois degraus”.
O Tribunal Superior Eleitoral divulgou hoje as alterações no calendário eleitoral para as eleições 2010. Segundo o TSE, todos os candidatos estão proibidos de participar de inauguração de obras públicas a partir de 3 de julho (A norma anterior só proibia a participação de candidatos a presidente da República, governador e vices. Agora, ela vale para todos). Outro destaque é a data para início da campanha na internet: 6 de julho. Outra mudança é que os candidatos têm novo prazo – até 10 de julho – para pedir o registro de candidatura.