A sanção do reajuste dos aposentados; o futuro dos julgamentos com a Lei Ficha Limpa; a homenagem em Maringá; o parcelamento das multas de trânsito; a cobrança de benefícios para o Paraná e a convenção nacional do PSDB. Assista
O empresário Andi Roberto Gurczynska, que trabalhou como segurança da Cooperativa Habitacional dos Bancários (Bancoop), declarou à CPI da Assembleia Legislativa de São Paulo que emitia notas de serviço para a entidade e, em contrapartida, recebia em sua conta depósitos de valor “dez vezes superior”. A diferença, contou, era resgatada depois e levada ao então presidente da Bancoop, Luís Malheiro. “Era voz corrente que o dinheiro ia para o PT”, disse. Segundo Andi, ele próprio escoltava Malheiro até a Bancoop, que era dirigida por João Vaccari Neto, hoje tesoureiro do PT. Nessas visitas, Malheiro levava os envelopes que haviam sido retirados da agência bancária. Andi relatou que emitiu notas no valor de R$ 3.800 cada uma. A Bancoop depositava R$ 38 mil em sua conta bancária por nota lançada. Ele abriu seu sigilo bancário e fiscal para provar que os valores foram depositados a seu favor, mas sacados em seguida.
O tesoureiro do PT e ex-presidente da Bancoop (Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo), João Vaccari Neto, rechaçou nesta terça-feira, no Senado, que tenha se reunido mais de uma vez com o doleiro Lúcio Bolonha Funaro para tratar de operações financeiras. Leia mais na Folha Online
O corretor de valores Lúcio Bolonha Funaro, que denunciou ao Ministério Público um esquema de desvio de dinheiro pela Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo (Bancoop) para campanhas eleitorais do PT,foi ouvido hoje CPI das ONGs. Funaro disse que o ex-presidente da Bancoop e atual tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, mentiu, já que se encontrou com ele várias vezes e denunciou o envolvimento de Vaccari com o grupo Schahin, segundo ele, uma das maiores fraudes financeiras dos últimos tempos, principalmente em relação a contratos com a Petrobras. Funaro falou que aceita uma acareação dom Vaccari “na hora que ele quiser”.
A CPI das ONGs vai ouvir amanhã(28), a partir das 11h, o depoimento do corretor Lúcio Bolonha Funaro. Ele denunciou ao Ministério Público Federal um esquema de arrecadação ilegal para campanhas eleitorais do PT. Funaro, que fez um acordo de delação premiada, denunciou que o ex-ministro José Dirceu se beneficiou em negócios fechados por fundos de pensão sob controle do PT. Funaro também acusou o ex-presidente da Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo (Bancoop) e atual tesoureiro do PT João Vaccari Neto de cobrar em média 12% de propina em negócios dos Fundos de Pensão com bancos.Esses recursos seriam destinados ao caixa do mensalão.
A Justiça Federal decretou a quebra dos sigilos bancário e fiscal da Bancoop (Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo) e do fundo de investimento criado pela entidade. As medidas foram requeridas pela Polícia Federal em um inquérito no qual são investigados eventuais atos de gestão fraudulenta da carteira, que tinha como cotistas grandes fundos de pensão de estatais. O Ministério Público de São Paulo investiga supostos desvios de recursos da cooperativa para ex-dirigentes da entidade e campanhas políticas do PT, o que teria lesado milhares de cooperados.
Adiamos para o dia 4 de maio o depoimento de João Vaccari Neto, tesoureiro do PT,acusado de comandar o desvio de recursos da Bancoop.Pretendemos ouvir antes o Senhor Lucio Funaro que o denunciou por intermediar negocios dos Fundos de Pensão com bancos, cobrando 12% de propina para o caixa do mensalão
O anúncio do PAC2 diante da ineficácia do PAC1; as multas do presidente por campanha antecipada; o lançamento oficial da candidatura Serra; a morte do jornalista Armando Nogueira e o caso Bancoop. Veja no vídeo:
João Vaccari Neto evitou aprofundar as questões suscitadas sobre o escândalo da Bancoop, durante seu depoimento à Comissão de Direitos Humanos e Fiscalização e Controle, no Senado Federal. Suas respostas foram superficiais e não esclarecem as principais dúvidas. Ele passa a idéia de que não terá argumentos diante do Ministério Publico para escapar da denúncia. O Promotor José Carlos Blat ainda não concluiu seu trabalho, mas está armado de provas documentais e testemunhais para a decisão que poderá culminar na responsabilização civil e criminal do tesoureiro do PT e de outros dirigentes da Banccop. Depois da semana Santa, Vaccari deverá depor na CPI das ONGs.
A Revista Veja apresenta a seus leitores o kit de luxo da ministra Dilma que a partir da próxima semana deixa o governo e passa a dedicar-se inteiramente à campanha eleitoral. Ela receberá salário, contará com cinco assessores, voará de jatinho e vai se hospedar em uma confortável casa em Brasília. Quem fechará esses contratos e pagará todas as despesas? Ele, o novo e já notório tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, o homem que, segundo depoimentos em poder da Procuradoria-Geral da República colhidos durante o mensalão, cobrava propina de quem quisesse fechar negócios com os fundos de pensão das estatais e que, de acordo com o promotor José Carlos Blat, participou dos desvios na Bancoop, a Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo. À frente dos gastos com a pré-campanha petista, Vaccari por enquanto é o Delúbio Soares de Dilma. Pelo menos na prática
O caso Bancoop: representação na Procuradoria-Geral da República e novos requerimentos aprovados no Senado; o “Bolsa Combustível” em ano eleitoral e as denúncias na AL do Paraná. Leia mais
A oposição (PSDB, DEM e PPS) entregou hoje representação ao Procurador-Geral da República para pedir a intervenção da PGR nas investigações de irregularidades na Bancoop (Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo). Solicitamos ao Procurador o acesso aos depoimentos concedidos pelo corretor Lúcio Bolonha Funaro no inquérito do Ministério Público que investiga as denúncias e a responsabilização dos envolvidos com irregularidades na cooperativa, como o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto. Leia a íntegra da representação
A quebra de sigilo bancário na investigação do caso Bancoop rastreou a triangulação financeira realizada para, supostamente, abastecer um caixa dois do PT nas eleições de 2002. A análise preliminar das movimentações da consultoria Mizu, considerada uma das fachadas do esquema, revela que cheques contabilizados como doações ao PT não chegavam diretamente ao partido. Esses valores voltaram à Bancoop, que, por sua vez, repassava o dinheiro ao PT. O objetivo desse caminho tortuoso, segundo a investigação, seria dificultar o rastreamento dos recursos. Para o Ministério Público de SP, o sistema “mascarava doações eleitorais ilegais”, feitas a partir de saques em dinheiro.
O escândalo na AL do Paraná; os desdobramentos do caso Bancoop; o anúncio da candidatura Serra e a fatura do PAC para o sucessor de Lula. Veja no vídeo:
A Comissão de Meio Ambiente, e Fiscalização e Controle (CMA) acaba de aprovar requerimento de minha autoria para ouvir explicações sobre as denúncias de irregularidades na aplicação de recursos pela Cooperativa Habitacional dos bancários (Bancoop). Serão convidados para a audiência João Vaccari Neto, ex-presidente da Bancoop, o promotor José Carlos Blat e o corretor Lúcio Bolonha Funaro. O mesmo requerimento já havia sido aprovado pela Comissão de Direitos Humanos(CDH) e pela CPI das ONGs.
O depoimento de João Vaccari Neto à CPI das Ongs, para falar sobre o escândalo da Bancoop e o “Pedágio do PT”, que deveria ocorrer amanhã, pode ser adiado. A secretaria da comissão acaba de receber oficio em que o tesoureiro do PT pede para falar ao Senado depois do dia 26. Deseja vir acompanhado do seu advogado Dr.Pedro Dallari, que se encontra no exterior.
A Ministra Dilma em defesa de seu companheiro Joao Vaccari Neto, que se tornou alvo do Ministerio Público em razão do escândalo da Bancoop e das denúncias sobre cobrança de propina para o caixa do PT, afirma que a oposição quer obter vantagens eleitorais ao cobrar a responsabilização. Para a ministra, em ano eleitoral, os corruptos devem ser esquecidos? Em ano de eleiçao não se combate a corrupção? A impunidade deve ser proclamada em nome das urnas? É bom que a população tenha a exata noção do comportamento dos candidatos à presidência diante das denúncias de corrupção no país.
A ministra Dilma Rousseff classificou hoje a revelação do esquema de desvio de recursos da Bancoop – que lesou milhares de associados para montar um esquema de desvio de dinheiro que abasteceu a campanha de Lula em 2002 – como uma tentativa da oposição de prejudicá-la na campanha eleitoral. O rombo provocado pelo desvio de recursos da Cooperativa Habitacional no escândalo pode passar dos 100 milhões de reais. Como resultado, milhares de cooperados ficaram sem receber seus apartamentos. Para Dilma a oposição está tentando ressuscitar o escândalo do mensalão. “O pessoal está tentando, vamos dizer, trazer 2005 para a eleição de 2010, mas não acho que isso seja eficaz.Acho que é pouco eficaz”, disse.
A CPI das ONGs aprovou hoje requerimento de minha autoria que convida o Promotor de Justiça José Carlos Blat, o corretor Lúcio Bolonha Funaro e Hélio Malheiros e convoca o tesureiro do PT, João Vaccari Neto, para prestar depoimento sobre as irregularidades que envolvem a aplicação de recursos dos fundos de pensão na Bancoop , com graves prejuízos aos cooperados e com a participação de organização não governamental. Blat e Vaccari serão ouvidos na próxima terça-feira.
Na audiência pública com os cooperados da Bancoop lesados pelo esquema de corrupção investigado pelo Ministério Público, narrativas dramáticas e indignação. Familias pagaram pelo apartamento e ficaram apenas com o folder de propaganda nas mãos.O Presidente Lula sempre foi um divulgador da Bancoop e estimulou muitos a se tornarem seus cooperados. Em 99 afirmou: ”a Bancoop é o Brasil produtivo que o governo não tem coragem para criar”. Em 2002 citou em seu programa de Governo a Bancoop como exemplo de política habitacional. O que se exige agora são providências para fazer valer o direito de milhares de familias enganadas pelos desonestos.
Conseguimos aprovar, na Comissão de Direitos Humanos, requerimento para ouvir no Senado o Promotor Dr.José Carlos Blat, o tesoureiro do PT, João Vacari Neto, e o corretor Lucio Funaro sobre o escândalo da Bancoop e o ” Pedágio do PT”
A visita eleitoreira de Lula ao Paraná; a denúncia de cobrança de pedágio pelo tesoureiro do PT; a presença dos cooperados da Bancoop no Senado e a nova discussão sobre o pré-sal. Veja no vídeo:
O Senado aprovou requerimento de minha autoria que pede ao TCU para auditar o repasse financeiro dos Fundos de Pensão (PREVI, FUNCEP e PETROS), à Bancoop (Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo). Leia mais na Folha Online
Com o empate de 6 a 6 e o desempate do presidente da Comissão de Fiscalização e Controle, Renato Casagrande, fica para a próxima semana a apreciação do meu requerimento que convida o Dr.José Carlos Blat para falar sobre o escândalo Bancoop/PT no Senado Federal.Por que o governo tem tanto medo do Promotor Blat ?
O comerciante paulista Marcelo Straface declarou ao Ministério Público que uma secretária do então presidente da Bancoop, Luís Malheiro, o indagou, em 2002, “se conhecia alguma gráfica que pudesse confeccionar adesivos para a campanha presidencial de Lula”.Straface disse ter apresentado um empresário “amigo” à Bancoop. Foi combinada uma encomenda de 10 mil adesivos para a campanha de Lula. A secretária, segundo ele, “pagou o serviço em dinheiro, que foi retirado do caixa da Bancoop”.Marcelo afirmou que foi “até o quinto andar, no caixa da Bancoop, para receber o pagamento em dinheiro”.
O promotor José Carlos Blat, do Ministério Público de São Paulo, chamou de tentativa de intimidação as reações de dirigentes do PT às investigações do caso Bancoop. “Os ataques pessoais e campanhas difamatórias representam um claro sinal de desrespeito e uma tentativa de intimidação. Exerço uma carreira de Estado e não de governo e não estou investigando pessoas ligadas a partidos políticos, mas sim dirigentes e ex-dirigentes”, afirma o promotor em nota divulgada hoje.
Nesta semana pretendemos aprovar requerimento que convida o promotor Dr.José Carlos Blat para falar no Senado sobre o inquérito que preside e que revela desvios de mais de 100 milhões de reais dos cofres da BANCOOP. Na quarta feira ouviremos na Comissão de Direitos Humanos os representantes dos cooperados que foram prejudicados por esse esquema de corrupção. Vamos sugerir ao PSDB que protocole representação junto à Procuradoria Geral da Republica para aprofundar as investigações. A noticia na Coluna Radar de Veja.com
O alerta em ano eleitoral: alguns se venderam para vender a COPEL.Não conseguiram! O mensalão e o desvio de dinheiro da Bancoop. O centenário de Tancredo Neves. Veja no vídeo:
Além de desviar dinheiro da Bancoop, o tesoureiro do PT arrecadava dinheiro para o caixa do mensalão cobrando propina. O corretor de câmbio Lúcio Funaro prestou seis depoimentos sigilosos à Procuradoria-Geral da República, nos quais narrou como funcionava a arrecadação de propina petista nos fundos de pensão: “Ele João Vaccari, cobra 12% de comissão para o partido” Além de desviar dinheiro da Bancoop, o tesoureiro do partido arrecadava dinheiro para o caixa do mensalão cobrando propina .O novo tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, é uma peça mais fundamental do que parece nos esquemas de arrecadação financeira do partido. Investigado pelo promotor José Carlos Blat por suspeita de estelionato, apropriação indébita, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha no caso dos desvios da Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo (Bancoop), Vaccari é também personagem, ainda oculto, do maior e mais escandaloso caso de corrupção da história recente do Brasil: o mensalão – o milionário esquema de desvio de dinheiro público usado para abastecer campanhas eleitorais do PT e corromper parlamentares no Congresso. O mensalão produziu quarenta réus ora em julgamento pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Entre eles não está Vaccari. Ele parecia bagrinho no esquema. Pelo que se descobriu agora, é um peixão. Em 2003, enquanto cuidava das finanças da Bancoop, João Vaccari acumulava a função de administrador informal da relação entre o PT e os fundos de pensão das empresas estatais, bancos e corretoras. Ele tocava o negócio de uma maneira bem peculiar: cobrando propina. Propina que podia ser de 6%, de 10% ou até de 15%, dependendo do cliente e do tamanho do negócio. Uma investigação sigilosa da Procuradoria-Geral da República revela, porém, que 12% era o número mágico para o tesoureiro – o porcentual do pedágio que ele fixava como comissão para quem estivesse interessado em se associar ao partido para saquear os cofres públicos. Os jornalistas Alexandre Oltramari e Diego Escosteguy contam essa história com detalhes. A reportagem completa está na Revista Veja . Aqui