Quase 70% das estradas foram reprovadas
Dados da Confederação Nacional do Transporte (CNT) e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostram que o índice de estradas brasileiras em condições deficientes ou péssimas é de 69%. Os números referem-se à situação do Brasil em 2009. De acordo com a pesquisa, 42.668 quilômetros de estradas apresentam problemas de pavimento e de sinalização, que geram prejuízos para o país com a elevação dos custos de movimentação. Segundo o Ipea, para resolver o problema da malha viária brasileira seria necessário o investimento de R$ 183,5 bilhões.O estudo também destacou que 70% das obras previstas no PAC para o setor de estradas estavam atrasadas.









Comício no Rio pode render nova multa a Dilma, diz juiz
http://www1.folha.uol.com.br/poder/774238-comicio-no-rio-pode-render-nova-multa-a-dilma-diz-juiz.shtml
Quando é que alguém, ou algum presidente, vai se dignar a arrumar as estradas e assim evitar tantos acidentes e tantos prejuizos…É um bom tema para reflexão eleitoral
Esse índice de estradas péssimas só não é maior por causa da excelência das estradas paulistas.
Esta aí, se o governo não tem competência para arrumar as Estradas, que entregue para iniciativa privada, e que cobrem pedágio,com preços justos, mas antes elimine o IPVA , licenciamento anual,
e outros impostos! Marião voce esta certo, as estradas em SP estão ótimas e, pagamos pedágio, só falta
o governo eliminar o IPVA, pois é incoerente!
Francisco,
Há diversos pontos a serem considerados:
1. A meu ver e, na opinião de muitos que usam as estradas com muito mais frequência, não se pode considerar apenas a alta qualidade das estradas paulistas. Os serviços de assistência também são de primeiríssima. Opinião de muitos que já precisaram.
2. Deveria haver alternativas, até sem pedágio, para quem não quer pagar nem usufruir dos benefícios, como ocorre em grande parte dos States.
3. Eu não radicalizaria (eliminação do IPVA), mas, sou partidário da redução em grande parte. Explico: se não me engano, há uma lei proibindo a instalação de pedágios urbanos. É claro que as prefeituras precisam de fundos para manutenção do sistema viário. Daí, eu até concordaria com a eliminação do IPVA, mas, há que se revogar tal lei. Sou partidário do “usou – pagou”. Meu carro, p. ex., quase não sai da garagem. Moro a 300 m de uma estação do metrô e inúmeras linhas de ônibus. Quando esses meios são, por algum motivo, inconvenientes, uso táxi, pois não me estresso com o trânsito, aproveito para ler, não me preocupo com estacionamentos, etc..
4. No que diz respeito à manutenção do sistema viário, além do “usou-pagou”, também é muito mais justo que que quem causar danos pague pelos reparos. No Japão é assim.
Marião voce esta corretíssimo, só me refiro ao IPVA pois acho uma grande sacanagem, antes era TRU,
e para não entrarem em conflito com os pedágios, eliminaram a taxa e criaram mais um maldito imposto: Imposto de propriedade de veiculos automotores, só por ter o carro, pagamos imposto!!E, sem
contar que qdo. compramos um carro, ja pagamos impostos! Alias só pagamos impostos e não recebemos nada, se não pelo nosso próprio esforço, logo, não deveriamos pagar imposto nenhum!
Se quisermos ter segurança, saúde, educação, moradia decentes, temos que bancar dos nossos bolsos!! Isso é uma piada!!! Só pagamos impostos para sustentar a grande casta que ocupam os orgãos publicos,
com raríssimas exceções, existem, mas não funcionam!
Só para que tenham uma idéia, o transporte de uma tonelada de soja produzida no centro-oeste (GO-MS) até o porto de Paranaguá (PR) sai mais caro do que deste porto até a China ou Japão. Esse alto custo, naturalmente, vai para a manutenção dos caminhões. E não é só isso; há gigantescas filas de caminhões parados aguardando sua vez de descarregar no porto. TODOS OS PORTOS BRASILEIROS TAMBÉM PRECISAM SER MODERNIZADOS A PARTIR DOS SISTEMAS DE ADMINISTRAÇÃO.
Em 8 anos no Governo, eu pergunto ao Senador Alvaro Dias: Que estradas
Obras superfaturadas, tijolos assentados com cuspe, falta de seriedade por parte das empreiteiras, menos seriedade ainda de Sua Insolência o boca-de-cabelo.