Presidente do BC é indiciado pelo Ministério Público
O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, foi indiciado pelo Ministério Público Federal por supostos crimes contra a ordem tributária. O inquérito, encaminhado para o Supremo Tribunal Federal, está sob a responsabilidade do ministro Joaquim Barbosa -também relator do mensalão.O BC informou que Meirelles ainda não foi notificado sobre o processo e que não iria comentar o caso. O documento, de 105 páginas, foi enviado para o STF porque, como presidente do BC, Meirelles tem foro privilegiado por ter status de ministro desde 2004.








Justamente agora que ele disse que quer ser vice da Dilma..que coincidencia
É coincidencia mesmo…acho que isso é intriga do Michel Temer
A denúncia é antiga.. o “causo” vem desde 2003 mas foi abafado pelo governo (oh! que surpresa!)… enquanto mandava no BC.
Agora vai se candidatar ao Senado e ter Foro Privilegiado….
Senadores por que a casa do PT nao cai mesmo todos sabendo das falcatruas do governo federal?
Por que tudo isto nao e estampado a todos os rincoes deste pais de maneira intensa.
Por que a casa do PT nao cai??
Sera que tem hora para cair??
A resposta é muito simples: a grande imprensa é petralha. Se não fosse, há muito tempo, muito antes de 2003, teria mostrado que LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA é parceiro e protetor dos narcotraficantes.
Vocês com esse blá blá blá, todo e os senadores rindo das nossas caras êles tem plano de vitalício, quém paga somos nós contribuintes. Vamos acordar! O senador Álvaro Dias, não declarou a justiça eleitoral 6 milhões conforme está na revista Época e, com essa grana construiu duas mansões em brasilia. Pessoal vamos acordar!
Alvaro Dias, que tanto cobra transparência, não declarou R$ 6 milhões à Justiça.
Da Revista Época, em reportagem de Matheus Leitão:
O senador Álvaro Dias, do PSDB, é um dos que mais usam o palanque para exigir transparência do governo e de seus adversários. Mas, quando o assunto são suas próprias contas, ele não demonstra ter os cuidados que tanto cobra.
Em 2006, Dias informou à Justiça Eleitoral que tinha um patrimmônio de R$ 1,9 milhão dividido em 15 imóveis: apartamentos, fazendas e lotes em Brasília e no Paraná. O patrimônio de Dias, no entanto, era pelo menos quatro vezes maior. Ele tinha outros R$ 6 milhões em aplicações financeiras.
O saldo das contas não declaradas de Álvaro Dias foi mostrado a ÉPOCA pelo próprio senador, inadvertidamente, quando a revista perguntou sobre quatro bens em nome da empresa ADTrade, de sua propriedade, que não apareciam em sua declaração à Justiça Eleitoral. Para explicar, ele abriu seu sigilo fiscal. Ali, constavam os valores das aplicações.
A omissão desses dados à Justiça Eleitoral é questionável, mas não pode ser considerada ilegal. A lei determina apenas que o candidato declare “bens”. Na interpretação conveniente, a lei não exige que o candidato declare “direitos”, como contas bancárias e aplicações em fundos de investimento.
No Congresso, vários parlamentares listam suas contas e aplicações aos tribunais eleitorais, inclusive o irmão de Álvaro, o também senador Osmar Dias (PDT-PR). Osmar declarou mais de R$ 500 mil em aplicações e poupanças. Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) listou quase R$ 150 mil depositados. Francisco Dornelles (PP-RJ) informou R$ 1,5 milhão em fundos de investimento. O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-MA), atual alvo de uma série de denúncias, declarou quase R$ 3 milhões da mesma forma. Há poucos dias, Sarney foi denunciado por não ter informado à Justiça Eleitoral a respeito da casa que mora em Brasília.
Na interpretação de dois dos maiores especialistas de Direito eleitoral, Fernando Neves e Eduardo Alckmin, o espírito da lei é de transparência: “É conveniente que o político declare contas bancárias e aplicações financeiras para que o eleitor possa comparar o patrimônio no início e no fim do mandato”, diz Neves. “Não há irregularidade, mas é importante para evitar confusões no caso de um acréscimo patrimonial durante o mandato”, afirma Alckmin.
Álvaro Dias diz que o dinheiro não consta em sua declaração porque queria se preservar. “Não houve má intenção”, afirma. Em conversas reservadas, ele tem dito que o objetivo da omissão era manter a segurança de familiares.
O dinheiro não declarado de Álvaro Dias, segundo ele, é fruto da venda de uma fazenda de 36 hectares em Maringá, Paraná, por R$ 5,3 milhões. As terras, presente de seu pai, foram vendidas em 2002. O dinheiro rendeu em aplicações, até que, em 2007, Álvaro Dias comprou um terreno no Setor de Mansões Dom Bosco, em Brasília, uma das áreas mais valorizadas da capital. No local, estão sendo construídas cinco casas, cada uma avaliada em cerca de R$ 3 milhões.
Quando as casas forem vendidas, o patrimônio de Álvaro Dias crescerá ainda mais. Nada ilegal. Mas, a bem da transparência, não custa declarar.
Eu publiquei uma lista de parlamentares que estão indicados no STF. Também já havia indicado que o Henrique Meirelles estava enrolado. O Congresso e a política de uma forma geral precisam passar por uma séria moralização.
Isso não já era esperado. Li bastante o caso dele na Carta Capital.
Se ele for inocente, que ele se saia bem! Não dá para confiar no Judiciário do nosso país.
http://adonadosenadofederal.blogspot.com/2010/03/senador-ad.html
Anna Flávia Schmitt, Rodeio,S.C.
Isso não já era esperado? Li bastante o caso dele na Carta Capital.
Se ele for inocente, que ele se saia bem! Não dá para confiar no Judiciário do nosso país.
http://adonadosenadofederal.blogspot.com/2010/03/senador-ad.html
Anna Flávia Schmitt, Rodeio,S.C.
Pois a história confirma……………
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Via Ucho Info
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Status de ministro de Meirelles é decorrente de acusação do passado
11.03.2010 – 5:05pm | Seção: Política
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Recordar é viver –
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Não há de novo no caso de Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, que é alvo de inquérito que chegou às mãos do ministro Joaquim Barbosa, do Supremo Tribunal Federal, que também é o relator do escândalo do mensalão do PT. De acordo com as poucas informações sobre o caso, Meirelles, até então o melhor nome da equipe do presidente Lula da Silva, é investigado por supostos crimes contra a ordem tributária.
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Vale lembrar que em julho de 2004, pouco mais de um ano após ter assumido o comando da política monetária nacional, Meirelles foi acusado de sonegação fiscal, assunto que o ucho.info noticiou na edição de nº. 695 (28.07.2004). Na ocasião, Henrique Meirelles foi acusado de não ter recolhido os impostos referentes aos proventos que percebeu, durante anos, como presidente mundial do Bank Boston. Por conta de tal acusação é que o presidente Lula decidiu conferir ao presidente do Banco Central o status de ministro de Estado, o que conferiu a Meirelles foro privilegiado. Em maio de 2004, o presidente do BC entregou à Receita Federal uma declaração de renda retificadora. Na ocasião da denúncia, Meirelles teve como parceiro na acusação Luiz Augusto Candiota, então diretor do BC.
Cabe uma correção nesse texo do Ucho:
Meirelles nunca foi presidente mundial do Bank Of Boston. Foi presidente da diretoria de investimentos na américa latrina. Foi nesse cargo que levou o banco a perder mais de US$ 20 BI na Argentina o que o levou a levar um pé na bunda (é mentira que tenha pedido demissão). Lembro que ainda era do PSDB quando foi nomeado presidente do BC, o que confirma um FATO REAL: o CRIMINOSO vagabundo cachaceiro foi OBRIGADO A ACEITAR AS IMPOSIÇÕES da Oligarquia Financeira Transnacional (que impõe o tal de “neoliberalismo” desde FHC).
Ele foi eleito deputado federal pelo PSDB, nomeado Presidente do Banco Central pelo Lula da Silva , do PT, arrumou para mudar seu cargo de Presidente para Ministro, pois este tem foro privilegiado. Assim já demonstra suas intenções que não eram boas. Eu já ví muita coisa acontecendo nesse Governo que é bom terminar logo no dia 31 de dezembro.