Lula no Paraná

A visita do Presidente Lula ao Paraná foi o tema do meu discurso hoje à tarde no Senado Federal. Agência SenadoVídeo

11 de março de 2010 - 19:13 Post Sobre Política - - - Leia Mais

23 Comentários para “Lula no Paraná”

  1. Tania disse:

    Deputado Alvaro Dias

  2. Vanessa Lopes disse:

    O que me irrita é saber de tudo isso e o povo fica de braço cruzado, bate palma e acha lindo!
    Será que ninguém percebe que o emprego do dinheiro público, administrado dessa maneira só causa prejuízo para a própria população. O nosso dinheiro indo para o bolso de políticos corruptos e muitas pessoas passando fome. Isso é muito triste!
    Obrigado Senador por mostrar isso de forma transparente.
    Pena que nem todos estejam interessados em saber da verdade…

  3. Melquiades disse:

    Eu assisti o pronunciamento. Como sempre, não poderia ser diferente… descendo a lenha no Governo Lula. Ainda bem, que logo em seguida, veio o pronunciamento do Senador Cesar Borges, que rasgou elogios ao Lula.

  4. SYLVIO SEBASTIANI disse:

    O Presidente Lula neste ano, quando não está no exterior, está visitando obras não concluídas e sempre com sua candidata a Dilminha, fazendo comicio e propaganda eleitoral. Creio até que ele está autorizado pelo TSE.Mas deveria mostrar a autorização e colocar um crachá para não deixar dúvidas, com os dizeres:”Autorizado pelo TSE”". Assim ningué levantaria suspeita.

  5. cooperativa disse:

    Vanessa, Lula é o presidente do Brasil e vai até na casa da mãe de pantaín, pq não iria no Paraná. Também ouvi o pronunciamento do senador Alvaro Dias, frágil e sem propositividade, considerando o pleito que se aproxima.

  6. helio disse:

    O Senador Cesaar Borges mudou muito. Quando ACM era vivo era contra Lula e descia o porrete, Com a morte de ACM mudou de lado,. E um oportunista sem personalidade.
    COoperativa, quer o que, Que o Senador AD elogie o chefe da organizaçao cariminosa. Quem vem ao Parana de maos vazias>|? Tenha paciencia …..

  7. janjao disse:

    Essa deve ser a cooperativa dos larapios lulistas, Querer que um senador da oposiçao faça proposiçao ao LUla EM FINAL DE GOVERNO E O FIM DA PICADA

  8. jamil disse:

    a GRANA DO SUPERFATURAMENTO DESSA OBRA NO PARANA FOI PARA A CAMPANHA DO PT EM 2006 E VAI NOVAMENTE. O PBERNARDO É O ARTICULADOR DA CORRUPÇAO LULISTA NO PR

  9. Domitila Belém disse:

    Ando tão desanimada com a falta de respeito pelos bons e com o pouco caso que dão aos que falam a verdade que faz um bom tempo não assisto TV Senado para ouvir o Botinho…
    O País que lutou pela democracia é hoje um palco de gente conivente ou calada diante dos erros. Aquele que abre o leque dos erros passa a ser o chato, o antiquado, o implicante…
    Gostaria de poder aliviar os ombros do meu amigo, ter com ele um tempo de riso e outro de compaixão, por que sei que em seu coração , apesar do seu rostinho sisudo, e da sua teimosia por fazer valer a verdade, existe o desgosto por ver tantos que sabem verdades participando dos erros, calando, tendo uma vida pública da maneira mais anônima , da maneira mias covarde.
    O homem público que por qualquer motivo( geralmente interesse pessoal) é digno de ser ao menos confundido como líder? Será mesmo que são dos calados que nós precisamos?
    Beijo carinho,Botinho…Qualquer dia desses eu acerto na mega sena e sequestro vc pra bem longe desse inferno aí… Meto vc dentro de uma ilha, jogo seu notebook no mar, enterro o seu celular na areia, passo filtro solar em vc, coloc boné na sua cabeça, zocru escuros na sua carinha, e vou te servir água de coco , peixinho assado na brasa, mas se vc falar em política, ou tentar fazer uam fogueira fumacenta pra ser resgatado, eu juro que saco uma cartela de Diazepan e te coloco off de vez!!!
    Botinho, vc não é desse mundo aí…Isto aí já foi lugar de homem bom…Cuida desse coração, vai ficando friinho, estou jogando na megaaaa!!!

  10. Bobonao disse:

    Por Nivaldo Cordeiro (*)

    Até mesmo as Forças Armadas foram submetidas. Nenhuma resistência organizada está operante diante do petismo.

    No Brasil a direita consentida é o PSDB e todo o arco político em torno dele, inclusive o DEM, que desgraçadamente tomou a si o programa político do Partido Democrata dos EUA, fazendo de conta que poderia competir, seja no âmbito da social-democracia, seja no âmbito da esquerda mais radical, como um simulacro “liberal”à moda norte-americana. Está sendo esmagado inexoravelmente. A um só tempo o eleitorado foi-lhe roubado enquanto seus quadros foram destruídos. José Roberto Arruda é o espelho acabado dessa situação. A cassação do prefeito Gilberto Kassab também. Mesmo o DEM agora está sendo considerado oposição não consentida e qualquer pretexto está sendo utilizado para o seu aniquilamento. A sua aliança estratégica com o PSDB de nada lhe serve. Os caciques tradicionais estão sendo destruídos um a um, mesmo quando aderem de forma explícita ao partido situacionista, como é o caso de José Sarney (este no PMDB).

    A direita consentida é, nada mais nada menos, que a esquerda, uma falsificação. Não há mais direita política e essa situação significa simplesmente o limiar da ordem totalitária, que até mesmo o jornalista Reinaldo Azevedo (Moralmente o governo Lula já é um tirania) reconheceu como realidade. Reinaldo esqueceu-se de que não é apenas “moralmente”, mas factualmente. O PT controla os três poderes da República e conseguiu fundir o partido com o Estado. Até mesmo as Forças Armadas foram submetidas. Nenhuma resistência organizada está operante diante do petismo.

    A grande mídia, conforme meu artigo anterior (Serra e a midia), rendeu-se integralmente. Apenas dois jornalistas têm a permissão dos barões da mídia para fazer a oposição oficial ao poder estabelecido: o próprio Reinaldo Azevedo e Diogo Mainardi, ambos da revista Veja. Por quanto tempo, não se sabe. Ambos são homens íntegros e profissionais competentes, mas para um país da nossa dimensão podemos dizer que são vozes isoladas, ainda que com alguma influência. Dentro da algazarra esquerdista que é a grande mídia, todavia, suas vozes são prontamente abafadas.

    O “direita” jornalística foi eliminada, bem antes que a direita política. Pode até ser que uma coisa levou a outra: a destruição dos formadores de opinião conservadores, meta primeira da revolução gramsciana, levou necessariamente ao desaparecimento dos políticos conservadores. A ditadura começou pelo seqüestro das almas na sua formação.

    Meu caro leitor, nada há a fazer. O processo revolucionário, por assim dizer, está completo. A eleição de Dilma são favas contadas. O Brasil viverá inexoravelmente as conseqüências desse fato, como a Alemanha nos tempos de Hitler viveu. Como a Rússia desde os tempos de Lênin viveu. Resta a cada um que manteve a sua integridade e a sua independência virar cronista do que está acontecendo. A loucura é completa e a solidão é o que espera para os que não aderiram ao sistema.

    Empregos, oportunidades, bons negócios, tudo agora depende da relação de compadrio com o partido governante. Não ao acaso Abílio Diniz, o emblemático empresário de São Paulo, aderiu de público à candidatura Dilma, ele que está no varejo, atividade que em tese não depende de favores governamentais. O que dirão os demais, que precisam do governo como os pulmões do ar? Não apenas aderiram, mas se avassalaram. Não há mais nenhum espaço de liberdade, não apenas política, mas também econômica.

    O totalitarismo é a realidade radical em que estamos metidos.

    • Mario disse:

      Nivaldo Cordeiro está 100% certo, assim como Olavo de Carvalho vem dizendo desde 2002. A disputa petralhada x PSDB+DEM é apenas de fachada, lembrando que o CRIMINOSO vagabundo cachaceiro só foi eleito em 2002 e 2006 porque teve ajuda dos tucanos.

  11. Midia disse:

    Tudo de novo, igualzinho a 2006

    Atualizado e Publicado em 11 de março de 2010 às 21:01

    por Luiz Carlos Azenha

    Nem para criar um novo jeito de fazer campanha o PSDB/DEM, em consórcio com Globo/Folha/Estadão/Veja, servem.

    O modelito é idêntico ao de 2006: uma denúncia requentada, de um promotor “amigo”, sai na capa da revista Veja. A Globo repercute no Jornal Nacional de sábado. Os jornalões correm atrás de “novidades” e produzem reportagens repletas de “supostos” e factóides, como o triplex do presidente Lula anunciado hoje com destaque no Jornal Nacional.

    De novo, este ano, apenas o local da CPI: não será no Congresso Nacional, mas na Assembléia Legislativa de São Paulo. O objetivo é produzir “fatos” para alimentar a mídia e manter o assunto aceso durante a campanha eleitoral. Trabalho que será complementado pela CPI que investigará o MST em Brasília.

    O objetivo é evitar que a candidata Dilma Rousseff cresça nas pesquisas eleitorais, especialmente em São Paulo e no Sudeste, revivendo o fantasma do PT como partido assassino, terrorista e bandido. Garantir a Serra, se de fato ele concorrer, os 70% dos votos paulistas sem os quais ele não tem qualquer chance de vitória.

    Funciona? Pode até ser, como quase funcionou em 2006. Não deixa de ser revelador da falta de ideia e de projetos da oposição. E dos recursos à disposição do governador José Serra: uma campanha baseada na propaganda e nos assassinatos de reputação, tocados por mistificadores da estirpe de Reinaldo Azevedo, Otavinho Frias, Ali Kamel, Demétrio Magnoli e grande elenco.

    Dá preguiça até de assistir.

  12. Midia disse:

    Desabafo de um blogueiro Serrista: “Serra sob fogo amigo”

    Ricado Noblat, Blog do Noblat / O Globo

    “Pode-se diiscutir se o governador José Serra, de São Paulo, acertou ou errou ao retardar o anúncio de que será candidato pelo PSDB à presidência da República.

    Mas a essa altura, a 22 ou 23 dias do prazo fatal para que ele renuncie ao governo, a discussão perde o sentido. Fica parecendo birra de adversários dele dentro e fora do PSDB.

    Serra está sob fogo amigo disparado justamente por quem deveria defendê-lo ou por quem teria a obrigação partidária de defendê-lo.
    Deve ser muito forte a ambição de Serra de se eleger presidente. Ou a confiança de que se elegerá. Porque com os aliados que tem ele não precisa de inimigos.”

  13. eleiçoes disse:

    Postado por Glória Leite às 22:41 0 comentários
    Zé Alagão parece que vai “dançar” em Minas
    Prefeitos mineiros podem apoiar ao mesmo tempo Dilma e Anastasia

    por Patrícia Aranha – Estado de Minas

    Dezenas de prefeitos mineiros de vários partidos aguardam apenas a confirmação oficial da candidatura do governador de São Paulo, José Serra (PSDB), a presidente da República para deflagrar a operação “Dilmasia”, uma reedição do Lulécio vitorioso em 2006, quando pediram votos para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e para o governador Aécio. Dessa vez, além de mostrar a força de Minas na campanha da candidata de Lula, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), estão empenhados em dar a Aécio uma grande votação no Senado e a eleger o candidato dele ao governo, o vice-governador Antonio Anastasia. (PSDB).

    O trocadilho com a palavra azia está sendo usado contra o governador paulista. “Não temos que engolir o Serra. Com a indisposição causada pela candidatura dele, a dilmasia vai ser maior ainda”, ironiza o prefeito de Salinas, Norte de Minas, José Antônio Prates (PTB), que foi expulso do PT em 2007, exatamente por ter lançado o Lulécio. Agindo assim, os prefeitos atenderiam, segundo ele, a um “apelo das bases” que estariam frustradas com a impossibilidade de votar em Aécio para presidente. “O Serra vai levar uma surra em Minas, que vai decidir novamente a eleição presidencial”, previu.

    Há quatro anos, a articulação que também envolveu candidatos a deputado estadual e federal foi fundamental para a reeleição de Aécio com 77% dos votos ainda em primeiro turno e para a vitória esmagadora de Lula no segundo colégio eleitoral, quando o adversário Geraldo Alckmin (PSDB) obteve no segundo turno menos votos do que no primeiro (veja quadro).

    Prates recorda-se do início do movimento. Em 27 de março de 2006, comandou um grupo de 19 prefeitos petistas que entregaram a Aécio no Palácio das Mangabeiras, um manifesto de apoio à reeleição do tucano. Movimento que se alastrou para outras legendas. Mesmo obrigado a deixar o partido, garante: muitos prefeitos do PT vão se integrar novamente à campanha. O motivo seria simples: os administradores municipais teriam sido bem tratados nos dois mandatos de Lula e de Aécio. “Nem é Dilmasia, é o Lulécio de novo”, resume. A estratégia não é feita apenas de traições, já que boa parte das legendas da base aliada do governo Lula fazem parte do governo Aécio, como PDT, PV, PSB, PTB e PP. “O movimento já está articulado e só tende a crescer. Só estamos esperando a oficialização das candidaturas. Por enquanto, apenas Dilma é candidata”, afirmou.

  14. Antenado disse:

    12/03/2010 – 07h42
    Delator do “mensalão do DEM” faz acordo com a Justiça que pode atingir governo Roriz
    Lísia Gusmão
    Da Agência Brasil Brasília Urgente

    O ex-secretário Durval Barbosa poderá ampliar o leque de denúncias de corrupção contra o governo local, iniciadas com a revelação de vídeos da suposta arrecadação e pagamento de propina no Distrito Federal. O esquema foi desarticulado pela Polícia Federal (PF) na Operação Caixa de Pandora, no fim do ano passado. As novas acusações podem extrapolar o governo de José Roberto Arruda (sem partido) e alcançar o antecessor, Joaquim Roriz (PSC).

    É o que sinaliza o Ministério Público do Distrito Federal em ação penal contra Durval Barbosa por fraude em licitação quando ocupava o cargo de diretor-presidente da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan) no governo Roriz.

    A Agência Brasil teve acesso aos dez volumes do processo 2010.01.1.017372-4, atualmente na 5ª Vara Criminal de Brasília. A ação foi aberta em 26 de janeiro de 2006 contra a diretoria da Codeplan por contrato de prestação de serviço considerado irregular.

    No último volume, o Ministério Público reforça a denúncia contra Durval e três ex-diretores da empresa, ressaltando que estão em andamento “tratativas” acerca do alcance da delação premiada oferecida a Durval Barbosa no inquérito da Operação Caixa de Pandora, que corre em segredo no Superior Tribunal de Justiça (STJ).

    Designado pelo Ministério Público do DF para atuar na Caixa de Pandora, o promotor Eduardo Gazzinelli Veloso assina a petição protocolada em 24 de fevereiro de 2010. No documento, ele afirma que a operação trouxe à tona “diversos fatos graves ocorridos no âmbito da administração pública local, revelados em função da especial condição de colaborador premiado de Durval Barbosa Rodrigues”. Acrescenta que a “incidência” e o “alcance” da delação premiada estão em discussão.

    “Ao se dispor a contribuir com as investigações então levadas a efeito junto ao Inquérito 650, o colaborador se colocou em posição especial segundo a legislação de regência da matéria, em função do que o Ministério Público participa este juízo quanto à existência de tratativas para a aferição da incidência e do alcance do instituto da colaboração premiada”, sustenta o promotor. A denúncia contra a diretoria da Codeplan foi aceita pelo juiz substituto Marcio Evangelista Ferreira da Silva dois dias depois.

  15. eleiçoes disse:

    OLITICA – O que os opositores querem.

    O que a oposição quer

    A definição do candidato e do seu vice não é o maior dos problemas que enfrenta a oposição no Brasil. Este problema aumenta de dimensão porque a oposição não definiu que plataforma pretende propor. Este elemento de fraqueza responde, em parte, pela queda reiterada do apoio a Serra nas pesquisas e pela subida de Dilma.

    A oposição frenética que a caracterizou na crise que logrou gerar no governo de 2005 terminou retornando como um bumerangue contra ela, porque acreditou que aquela era a via para derrotar o governo. A linha era “fazer sangrar o governo, até derrubá-lo”. A discussão então era se tentá-lo via impeachment ou pelas eleições presidenciais de 2006.

    A realidade concreta recolocou o problema em outros termos: as políticas sociais do governo garantiram sua legitimidade e deslocaram a oposição que, desnorteada, se dividiu entre seguir adiante com a linha de denuncismo e outra que, assimilando o prestígio do governo, afirma que manterá as políticas econômica e social do governo – alegando que teriam sido formuladas pelo governo FHC. No primeiro caso, se deram conta que não significa ganhar apoio popular – salvo de alguns setores da classe média, que já estão aderidos à oposição, incluídos nos 5% que rejeitam o governo -, no segundo, que representa aceitar elementos essenciais do governo atual, tendo dificuldade para diferenciar-se da candidata que representa centralmente a continuidade do governo atual.

    O que têm em comum os tucanos, o Dem, o PPS, as empresas privadas da mídia que fazem oposição cerrada ao governo, é o objetivo de tirar o PT do governo. FHC advertia a Aécio – tentando convencê-lo a jogar-se nessa difícil empreitada – de que correm o risco de ficar fora do governo por 16 anos, caso ganhe Dilma. Há a consciência de que será toda uma geração de políticos agora opositores que desapareciam da cena política – entre eles Serra, FHC, Tasso Jereissati.

    O dilema não é fácil. A carta de assumir um projeto neoliberal duro e puro – como fez Alckmin no primeiro turno das eleições de 2006 – é ainda menos popular, com a crise econômica internacional, que ressaltou os riscos desse modelo e reiterou a necessidade de regulação dos mercados e de atuações anticíclicas por parte do Estado. Incorporar os programas do governo Lula é disputar com Dilma numa seara favorável a ela. Como já se disse, a infelicidade de Serra é que, quando o país queria mudar, pelo fracasso do governo FHC, apesar de tentar distanciar-se do governo a que pertenceu o tempo todo, ele representava a continuidade. Agora, que a opinião amplamente majoritária do país quer continuidade, ele teria que representar a mudança. Daí o jogo de palavras de tentar ser “pós-Lula” e não anti-Lula. Mas para que exista um pós, deveria estar esgotado o projeto encarnado pelo governo Lula que, ao que tudo indica, está longe dessa situação.

    Tendo nas mãos esse problema, Serra vacila em assumir sua candidatura, a oposição não explicita seu programa, revelando o poder hegemônico conquistado pelo projeto do governo. A capacidade de veto da oposição se esgotou, sem ter conseguido construir um projeto alternativo.
    Postado por BLOG DE UM SEM-MÍDIA às 19:36 0 comentários
    Marcadores: POLITICA

    • cooperativa disse:

      A análise é bastante coerente e se observamos a retórica dos senadores da oposição no senado, percebe-se claramente a linha do denuncismo e enfrentamento aos grandes projetos nacionais estruturantes para o país, como o presal, a política de cotas, Banda Larga. De fato, a oposição não sabe para onde vai e nem com quem vai, e me parece quanto mais o PSDB mantém a linha do denuncismo, Lula é mais aceito e Dilma sobe na intenção de votos. O Brasil já não é mais o mesmo e nem o povo é tão ignorante como antes.

  16. Luiz disse:

    Do Coturno Noturno:

    Segunda inauguração.
    Há quatro anos atrás, Lula esteve na mesma refinaria onde estará hoje, em Araucária, no Paraná. Está voltando, com a boneca inflável a tiracolo, para inaugurar um “puxadinho” que já funciona desde novembro passado. A cidade de Curitiba, tão bem cuidada, foi enxovalhada com outdoors da mulher do Paulo Bernardo, ministro do Planejamento, que quer ser senadora. Houve um centroavante do Inter que, ao voltar ao clube depois de uma temporada de empréstimo, comemorou a sua “segunda estréia”. Lula vai comemorar, hoje, a “segunda inauguração” de uma obra pronta. Merece a taça!

  17. Junior Bataglini disse:

    Seja bem vindo presidente Lula.

  18. HUDSON disse:

    Eu sou um idiota. Defendi a vida inteira esse Lula ladrao. O Senador é que esta´certo de malhar lula como um judas,
    Rouba os brasileiros e faz piada,.Lula é a maior decepção da minha vida. Me peroem por ter defendido esse homem um dia

  19. Rejane disse:

    Off Topic.. mas nem tanto
    ___
    Minha Casa, Minha Ilusão.
    O projeto eleitoreiro “Minha Casa, Minha Vida” – criado para turbinar a candidatura de Dilmaligna – só concluiu 0,6 por cento da meta. Repito: 0,6 por cento!
    (via Tambosi)

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