Extratos da Bancoop apontam para superfaturamento
A análise preliminar dos dados bancários da Bancoop (cooperativa dos bancários de São Paulo) aponta para um superfaturamento, nos pagamentos de segurança particular, estimado em até 150% a partir de 2005, na gestão de João Vaccari Neto. Vaccari, hoje tesoureiro do PT, contratou a Caso Sistemas de Segurança, empresa de Freud Godoy, petista envolvido no caso dos aloprados. Os termos do contrato não são conhecidos, mas a despesa de vigilância da Bancoop cresceu de uma média de R$ 40 mil mensais para R$ 100 mil mensais.Em pouco mais de um ano, a Caso faturou pelo menos R$ 1,5 milhão com a Bancoop








Senador, post um texto sobre os superfaturamentos nas obras do Roanel, também conhecido como Rouboanel.
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Quanto mais cavam, mais acham minhocas ..
Pintou sujeira, pintou PT !!.
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Justiça nega bloqueio de contas da Bancoop e questiona procedimentos de Blat: Organizações Serra se calam!
sexta-feira, 12 de março de 2010
As Organizações Serra (Globo, Folha, Estadão e Veja, entre outros) se calam (até 10h30min) em relação a essa notícia, de extrema importância para os leitores, dado ao intenso noticiário que caluniou, difamou, julgou e condenou à execração pública o deputado e secretário de finanças do PT, João Vaccari Neto.
Se calam porque foi tão ridículo o circo armado para desgastar o Lula, a Dilma e o PT que terão dificuldade de fazer auto-crítica.
Leiam a informação sobre esse assunto, por enquanto apenas noticiado pelo site do PT, pelo Blog do Azenha e por este humilde blog.
“A Justiça de São Paulo negou nesta quinta-feira (11) o pedido de bloqueio das contas da Bancoop e não autorizou a quebra do sigilo bancário do ex-presidente da cooperativa, João Vaccari Neto, atual secretário de Finanças do PT.
Os pedidos haviam sido feitos pelo promotor José Carlos Blat – que, sem base jurídica nem factual, tem usado a imprensa na tentativa de envolver o PT e seus integrantes no processo que investiga supostas irregularidades na administração da Bancoop, uma cooperativa habitacional ligada ao Sindicato dos Bancários de São Paulo.
Em seu despacho, o juiz questionou porque o pedido de bloqueio só veio agora, passados mais de três anos do início da investigação. Quanto à quebra de sigilo, determinou ao promotor que aponte, nos autos, os indícios que o levaram a fazer tal solicitação.
O juiz também negou o pedido de oitiva para ouvir Vaccari e outras pessoas. Segundo ele, para que eventualmente o inquérito chegue a essa fase, primeiro o promotor deverá prestar todos os esclarecimentos necessários.”
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E agora, como fica a retratação pela execração pública ao depurtado João Vaccari Neto?
Como ficará a CPI do Bancoop, montada pelo Serra na Alesp, apenas para desgastar a ministra Dilma?
A revista que publicou com estrondo a matéria difamatória terá um mínimo de ética de colocar na capa as informações acima?
O Brasil já tem uma economia e uma democracia de primeiro mundo. Quando terá uma imprensa
ESSE JUIZ DEVE FAZER PARTE DO GRUPO QUE CASSOU O kASSABE
EM PLENO FIM DE SEMANA!!
PORQUE AGORA??????
POR QUE NÃO AGORA JA TEM 3 ANOS
E AS CONTAS CONTAS NÃO TINHAM SIDO APROVADAS COMO A DO KASSABE
AÍ TEM!!!
Mário xinga-xinga, me responda uma coisa; O José Carlos Blat é ou já foi filiado ao PSDB?
E agora qual será nova falcatrua eleitoreira para angariar votos a qualquer custo desrespeitando a todos?
Justiça nega bloqueio de contas da Bancoop
O Juiz Carlos Eduardo Lora Franco negou na noite do dia 12 de março de 2010 o pedido do promotor José Carlos Blat, para que o Banco Central bloqueasse as contas correntes, poupança, fundos de investimentos e outras aplicações financeiras da Bancoop.
Segundo o advogado Pedro Dallari, ao não conceder o bloqueio das contas da cooperativa, a Justiça evidenciou a “falta de consistência” do pedido do promotor.
O criminalista Luiz Flávio D’Urso avalia que a decisão é positiva, porque em caso as contas fossem bloqueadas haveria maior dificuldade de a cooperativa cumprir o Acordo Judicial firmado com o Ministério Público do Consumidor e teria que parar a execução de obras em andamento.
O Juiz ainda negou a quebra do sigilo bancário do presidente licenciado da Bancoop, João Vaccari Neto, e da diretora Administrativo-Financeira, Ana Maria Érnica.
Na decisão, o Juiz oficia o Bradesco para que forneça a movimentação do fundo FIDC Bancoop I, ressaltando que tais informações já estavam disponíveis.
O jornalista da VEJA, Diego Escosteguy adiantou há pouco, pelo twitter, o tema da matéria de capa da VEJA deste sábado que está indo ao ar daqui a pouquinho.
via Twitter @diegoescosteguy
“Principal testemunha do mensalão (PT) fez delação premiada e contou que Vaccari cobrava 12% de propina para o PT, em operações com os fundos de pensão.”
“Há detalhes dos encontros de Vaccari extorquindo a testemunha, conexões com Banco Santos, Delúbio, Zé Dirceu. Tem de tudo.”
A testemunha seria Lúcio Funaro, homem-bomba do Mensalão.
Matéria bomba da VEJA.. daqui a pouco!!!
Tic… Tac… Tic… Tac..
Na Veja deste sábado:
Aberta a caixa preta do Bancoop!
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O pedágio do PT
O Elo perdido do Mensalão
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LEIA em
http://veja.abril.com.br/170310/pedagio-pt-p-058.shtml