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	<title>Comentários sobre: A crise não foi marola:PIB tem resultado negativo</title>
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		<title>Por: Sales</title>
		<link>http://www.blogalvarodias.com/2010/03/a-crise-nao-foi-marolapib-tem-resultado-negativo/comment-page-2/#comment-4833</link>
		<dc:creator>Sales</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Mar 2010 03:32:45 +0000</pubDate>
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		<description>e tem mais...

PIB Cresce 8% no 4o. Tri de 2009

O crescimento do PIB neste último 4o. Tri de 2009 foi de 2%, que anualizado daria 8% ao ano! Sensacional! 
Se continuar assim por mais 3 Trimestres, em 2010 nosso PIB crescerá 8% e não os 6% que está sendo estimado. 

Ou, se quiser, estamos crescendo atualmente num ritmo de 8% ao ano. 

Mas, somando os primeiros trimestres, tivemos queda total do ano de 0,2%. Pífio. 

Estou curioso como a imprensa brasileira irá noticiar este fato. 

Manchetes com os 0,2% negativos, ou o fato novo, que foram estes 8% do último trimestre agora divulgado. 

Os resultados do 1o.,2o. e 3o. Trimestres, já foram amplamente noticiados. Portanto, o dado mais &quot;jornalístico&quot; é  o 8% e não a queda de -0,2%.
FONTE: O BRASIL QUE DÁ CERTO</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>e tem mais&#8230;</p>
<p>PIB Cresce 8% no 4o. Tri de 2009</p>
<p>O crescimento do PIB neste último 4o. Tri de 2009 foi de 2%, que anualizado daria 8% ao ano! Sensacional!<br />
Se continuar assim por mais 3 Trimestres, em 2010 nosso PIB crescerá 8% e não os 6% que está sendo estimado. </p>
<p>Ou, se quiser, estamos crescendo atualmente num ritmo de 8% ao ano. </p>
<p>Mas, somando os primeiros trimestres, tivemos queda total do ano de 0,2%. Pífio. </p>
<p>Estou curioso como a imprensa brasileira irá noticiar este fato. </p>
<p>Manchetes com os 0,2% negativos, ou o fato novo, que foram estes 8% do último trimestre agora divulgado. </p>
<p>Os resultados do 1o.,2o. e 3o. Trimestres, já foram amplamente noticiados. Portanto, o dado mais &#8220;jornalístico&#8221; é  o 8% e não a queda de -0,2%.<br />
FONTE: O BRASIL QUE DÁ CERTO</p>
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		<title>Por: cooperativa</title>
		<link>http://www.blogalvarodias.com/2010/03/a-crise-nao-foi-marolapib-tem-resultado-negativo/comment-page-2/#comment-4826</link>
		<dc:creator>cooperativa</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Mar 2010 03:15:19 +0000</pubDate>
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		<description>TSE nega 6ª ação da oposição contra Lula e Dilma

O ministro substituto do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Aldir Passarinho Júnior rejeitou hoje mais uma representação contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a pré-candidata do PT à Presidência da República, ministra Dilma Rousseff, por campanha antecipada. DEM, PSDB e PP acusaram o presidente de fazer propaganda da petista durante inauguração de prédios na Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, em Teófilo Otoni (MG). Essa é a sexta representação por campanha eleitoral antecipada contra o presidente negada pelo TSE.


Na decisão, Aldir Júnior alegou que as provas reunidas pela oposição não comprovam a suposta tentativa do presidente de fazer propaganda eleitoral de sua candidata. O ministro ressalta que as frases usadas por Lula em discurso não contêm insinuação suficiente para caracterizar a indicação da ministra Dilma</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>TSE nega 6ª ação da oposição contra Lula e Dilma</p>
<p>O ministro substituto do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Aldir Passarinho Júnior rejeitou hoje mais uma representação contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a pré-candidata do PT à Presidência da República, ministra Dilma Rousseff, por campanha antecipada. DEM, PSDB e PP acusaram o presidente de fazer propaganda da petista durante inauguração de prédios na Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, em Teófilo Otoni (MG). Essa é a sexta representação por campanha eleitoral antecipada contra o presidente negada pelo TSE.</p>
<p>Na decisão, Aldir Júnior alegou que as provas reunidas pela oposição não comprovam a suposta tentativa do presidente de fazer propaganda eleitoral de sua candidata. O ministro ressalta que as frases usadas por Lula em discurso não contêm insinuação suficiente para caracterizar a indicação da ministra Dilma</p>
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		<title>Por: Sales</title>
		<link>http://www.blogalvarodias.com/2010/03/a-crise-nao-foi-marolapib-tem-resultado-negativo/comment-page-1/#comment-4824</link>
		<dc:creator>Sales</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Mar 2010 03:06:22 +0000</pubDate>
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		<description>O ano de 2009, como previmos, não era de crise, nem próximo de uma crise. O consumo das Famílias ,segundo o IBGE, cresceu 7,7% com relação ao quarto trimestre de 2008. 

O problema foi a queda de Investimentos das empresas de 9,9% no ano de 2009, devido ao pânico generalizado, do qual este blog não participou.

Mas, muitos empresários postergaram seus planos de investimentos, e esta queda de 9,9%, representa -1,9% no cômputo do PIB. Segundo os cálculos do IBGE, a redução de estoques, outro efeito do pânico,  impactou negativamente o PIB em mais -1,6% , total -3,5% (negativos). 

Portanto, o pânico gerou uma queda no PIB de 3,5%, ou mais no total, o que significa que sem este efeito psicológico nacional, o PIB teria crescido provalvemente 3,3%, (3,5% - 0,2%). 

Crescer 3,3% teria sido muito bom apesar da crise americana, mas que infelizmente, pemitimos que fôssemos contaminados, à toa. 

Tem ainda a questão do carry-over, outro erro no cálculo do PIB, que foi o efeito negativo do 4o. tri de 2008, que é computado no PIB de 2009. Um absurdo, porque a maioria dos jornalistas não sabe disto, e este fato acaba não sendo divulgado. 
FONTE: O BRASIL QUE DÁ CERTO</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O ano de 2009, como previmos, não era de crise, nem próximo de uma crise. O consumo das Famílias ,segundo o IBGE, cresceu 7,7% com relação ao quarto trimestre de 2008. </p>
<p>O problema foi a queda de Investimentos das empresas de 9,9% no ano de 2009, devido ao pânico generalizado, do qual este blog não participou.</p>
<p>Mas, muitos empresários postergaram seus planos de investimentos, e esta queda de 9,9%, representa -1,9% no cômputo do PIB. Segundo os cálculos do IBGE, a redução de estoques, outro efeito do pânico,  impactou negativamente o PIB em mais -1,6% , total -3,5% (negativos). </p>
<p>Portanto, o pânico gerou uma queda no PIB de 3,5%, ou mais no total, o que significa que sem este efeito psicológico nacional, o PIB teria crescido provalvemente 3,3%, (3,5% &#8211; 0,2%). </p>
<p>Crescer 3,3% teria sido muito bom apesar da crise americana, mas que infelizmente, pemitimos que fôssemos contaminados, à toa. </p>
<p>Tem ainda a questão do carry-over, outro erro no cálculo do PIB, que foi o efeito negativo do 4o. tri de 2008, que é computado no PIB de 2009. Um absurdo, porque a maioria dos jornalistas não sabe disto, e este fato acaba não sendo divulgado.<br />
FONTE: O BRASIL QUE DÁ CERTO</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Ninguem esta falando em crise!!</title>
		<link>http://www.blogalvarodias.com/2010/03/a-crise-nao-foi-marolapib-tem-resultado-negativo/comment-page-1/#comment-4665</link>
		<dc:creator>Ninguem esta falando em crise!!</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 16:54:38 +0000</pubDate>
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		<description>SO NÃO FOI MAROLA COM DISSE O DOM LULA!!!
        OXENTE BICHINHO!!!!
        BRIC    OU  TA MAIS PRA IC
        BRASIL E RUSSIA NÃO PONTUARAM!!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>SO NÃO FOI MAROLA COM DISSE O DOM LULA!!!<br />
        OXENTE BICHINHO!!!!<br />
        BRIC    OU  TA MAIS PRA IC<br />
        BRASIL E RUSSIA NÃO PONTUARAM!!!!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Fernando Mg</title>
		<link>http://www.blogalvarodias.com/2010/03/a-crise-nao-foi-marolapib-tem-resultado-negativo/comment-page-1/#comment-4662</link>
		<dc:creator>Fernando Mg</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 16:28:04 +0000</pubDate>
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		<description>A quem que o PT  ta querendo confundi, são mesmo sem noção
ninguem esta falando em crise, estamos informando que não foi marolinha
como disse o sabichão.
E por acaso Lula nunca soube o que  fosse crise.
Essa metamorfose ambulante!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A quem que o PT  ta querendo confundi, são mesmo sem noção<br />
ninguem esta falando em crise, estamos informando que não foi marolinha<br />
como disse o sabichão.<br />
E por acaso Lula nunca soube o que  fosse crise.<br />
Essa metamorfose ambulante!!!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Rose</title>
		<link>http://www.blogalvarodias.com/2010/03/a-crise-nao-foi-marolapib-tem-resultado-negativo/comment-page-1/#comment-4661</link>
		<dc:creator>Rose</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 16:12:58 +0000</pubDate>
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		<description>É o cúmulo do absurdo que os bajuladores do rei comemorem o PIB negativo, enquanto o da China cresce acima de 8% e o da India ultrapassa os 5%.
Usando a linguagem da doutrina, essa elite que mama nas tetas do governo e não vai ao supermercado pensa que o povo é idiota?
Lula, fala que eu não te escuto.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É o cúmulo do absurdo que os bajuladores do rei comemorem o PIB negativo, enquanto o da China cresce acima de 8% e o da India ultrapassa os 5%.<br />
Usando a linguagem da doutrina, essa elite que mama nas tetas do governo e não vai ao supermercado pensa que o povo é idiota?<br />
Lula, fala que eu não te escuto.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: IMAGINE SE NÃO TIVESSE TANTO ASSALTO AOS COFRES</title>
		<link>http://www.blogalvarodias.com/2010/03/a-crise-nao-foi-marolapib-tem-resultado-negativo/comment-page-1/#comment-4659</link>
		<dc:creator>IMAGINE SE NÃO TIVESSE TANTO ASSALTO AOS COFRES</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 15:49:20 +0000</pubDate>
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		<description>TALVEZ FICASSE POSITIVO  UNS 2
MAIS OS BRASILEIROS TEM CASCO PRA AGUENTAR
TANTO ASSALTO AOS COFRES PÚBLICOS</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>TALVEZ FICASSE POSITIVO  UNS 2<br />
MAIS OS BRASILEIROS TEM CASCO PRA AGUENTAR<br />
TANTO ASSALTO AOS COFRES PÚBLICOS</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Brasil em crise?</title>
		<link>http://www.blogalvarodias.com/2010/03/a-crise-nao-foi-marolapib-tem-resultado-negativo/comment-page-1/#comment-4636</link>
		<dc:creator>Brasil em crise?</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 14:01:14 +0000</pubDate>
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		<description>Bradesco: resultado do PIB demonstra robustez da economia.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bradesco: resultado do PIB demonstra robustez da economia.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Brasil em crise</title>
		<link>http://www.blogalvarodias.com/2010/03/a-crise-nao-foi-marolapib-tem-resultado-negativo/comment-page-1/#comment-4630</link>
		<dc:creator>Brasil em crise</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 13:30:05 +0000</pubDate>
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		<description>1 de Março de 2010 - 17h36
A economia será um trunfo para Lula e Dilma em 2010
2009 foi um ano perdido para o desenvolvimento nacional. O Produto Interno Bruto (PIB) recuou 0,2%, refletindo o forte impacto da crise mundial do capitalismo iniciada no final de 2007 nos Estados Unidos. Foi o primeiro resultado negativo registrado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) desde 1992, segundo informações divulgadas hoje (11). Mas a crise já ficou para trás e tudo indica que o Brasil vai recuperar em 2010 o ciclo de crescimento abortado pela recessão americana.
Por Umberto Martins

Os últimos números da economia sinalizam prosperidade. No quarto trimestre do ano o PIB cresceu 2%. Em janeiro, a produção industrial subiu em 13 de 14 localidades pesquisadas pelo IBGE, com uma alta média de 1,1% e destaque para o Espírito Santo, que avançou 5,6%.

Perspectivas promissoras

As perspectivas para o campo também são promissoras. O IBGE prevê uma safra recorde de grãos em 2010, de 145,1 milhões de toneladas. As exportações do chamado agronegócio cresceram 20,6% em fevereiro. A construção civil vive um boom, o comércio vai bem e o setor de serviços pegou carona no bonde do crescimento.

A economia nacional vinha de um ciclo de crescimento quando a crise estourou. No primeiro semestre de 2008, a produção registrou expansão de 6%. A recessão chegou com força no segundo semestre e obstruiu o caminho do desenvolvimento, arrastando para o terreno negativo os índices do último trimestre daquele ano (-3,6%) e dos três primeiros meses de 2009 (-0,8%), caracterizando o que os economistas chamam de “recessão técnica”.

Efeitos desiguais

Os efeitos da crise pelos diferentes ramos e setores da economia nacional foram desiguais. Indústria, com declínio de 5,5%, e agricultura, foram os setores mais afetados pela contração da demanda mundial. O setor de serviços chegou a crescer 2,6%. Tal comportamento reflete a dependência relativa do mercado externo, maior no caso do agronegócio e produção manufatureira.

A crise não foi provocada por fatores internos. Ela nasceu nos EUA e dali foi exportada para o resto do mundo, que em maior ou menor medida depende do mercado de consumo norte-americano, o maior e mais parasitário do globo. Por sinal, quanto maior a dependência das importações do Tio Sam (casos do México e Canadá, entre outros) maior foi o tombo.

Mercado doméstico

&quot; Comparado com os outros países, o Brasil teve uma queda muito pequena, que a gente considera praticamente nula. Porque União Europeia, Estados Unidos, Canadá, México e outros tiveram uma queda no volume do PIB bem mais expressiva que o Brasil &quot; , frisou o gerente de contas trimestrais do IBGE, Rebeca Palis, lembrando (em entrevista ao Valor) que resultados já divulgados apontam para retrocessos de 2,4% na economia americana, de 2,6% no Canadá, de 4% na zona do euro, de 4,1% na União Europeia e de 7,9% na Rússia.

O mercado interno foi abalado, mas nem tanto. O consumo continuou crescendo, embora em ritmo moderado durante a “recessão técnica”. O fortalecimento do mercado interno por meio da valorização do salário mínimo e Bolsa Família foi fundamental, assim como as políticas anticíclicas adotadas pelo governo, que evitaram o estrangulamento do crédito e da demanda.

Política externa

A política externa praticada pelo governo Lula (caracterizada por um maior distanciamento em relação às grandes potências capitalistas, aposta no comércio Sul-Sul, integração latino-americana e parceria com a China) também contribuiu, e muito, para amenizar os efeitos da recessão americana. Se a ALCA tivesse vingado a situação hoje seria outra – e muito pior. Os fatos sugerem uma estreita ligação entre política externa e desenvolvimento nacional.

Se tudo continuar correndo bem e o Banco Central não atrapalhar muito com a insistência na política de juros altos, a economia nacional vai retomar o ciclo de crescimento e garantir um desempenho robusto neste ano. A expectativa generalizada é de que a expansão da produção será superior a 6%.

Apesar do preocupante déficit em conta corrente, provocado basicamente pelo crescimento escandaloso das remessa de lucros, em curto e médio prazos o país não sofre o risco de crises cambiais. As reservas (de 242,4 bilhões de dólares no dia 10-3) constituem um colchão de segurança confortável.

Persistem problemas de fundo, como as políticas monetária, fiscal e cambial, que constituem obstáculos à elevação do volume de investimentos público e privado e, por consequência, do ritmo e da taxa de crescimento. Mas a economia não será um problema para o governo Lula e a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, em 2010. Muito pelo contrário, será um trunfo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>1 de Março de 2010 &#8211; 17h36<br />
A economia será um trunfo para Lula e Dilma em 2010<br />
2009 foi um ano perdido para o desenvolvimento nacional. O Produto Interno Bruto (PIB) recuou 0,2%, refletindo o forte impacto da crise mundial do capitalismo iniciada no final de 2007 nos Estados Unidos. Foi o primeiro resultado negativo registrado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) desde 1992, segundo informações divulgadas hoje (11). Mas a crise já ficou para trás e tudo indica que o Brasil vai recuperar em 2010 o ciclo de crescimento abortado pela recessão americana.<br />
Por Umberto Martins</p>
<p>Os últimos números da economia sinalizam prosperidade. No quarto trimestre do ano o PIB cresceu 2%. Em janeiro, a produção industrial subiu em 13 de 14 localidades pesquisadas pelo IBGE, com uma alta média de 1,1% e destaque para o Espírito Santo, que avançou 5,6%.</p>
<p>Perspectivas promissoras</p>
<p>As perspectivas para o campo também são promissoras. O IBGE prevê uma safra recorde de grãos em 2010, de 145,1 milhões de toneladas. As exportações do chamado agronegócio cresceram 20,6% em fevereiro. A construção civil vive um boom, o comércio vai bem e o setor de serviços pegou carona no bonde do crescimento.</p>
<p>A economia nacional vinha de um ciclo de crescimento quando a crise estourou. No primeiro semestre de 2008, a produção registrou expansão de 6%. A recessão chegou com força no segundo semestre e obstruiu o caminho do desenvolvimento, arrastando para o terreno negativo os índices do último trimestre daquele ano (-3,6%) e dos três primeiros meses de 2009 (-0,8%), caracterizando o que os economistas chamam de “recessão técnica”.</p>
<p>Efeitos desiguais</p>
<p>Os efeitos da crise pelos diferentes ramos e setores da economia nacional foram desiguais. Indústria, com declínio de 5,5%, e agricultura, foram os setores mais afetados pela contração da demanda mundial. O setor de serviços chegou a crescer 2,6%. Tal comportamento reflete a dependência relativa do mercado externo, maior no caso do agronegócio e produção manufatureira.</p>
<p>A crise não foi provocada por fatores internos. Ela nasceu nos EUA e dali foi exportada para o resto do mundo, que em maior ou menor medida depende do mercado de consumo norte-americano, o maior e mais parasitário do globo. Por sinal, quanto maior a dependência das importações do Tio Sam (casos do México e Canadá, entre outros) maior foi o tombo.</p>
<p>Mercado doméstico</p>
<p>&#8221; Comparado com os outros países, o Brasil teve uma queda muito pequena, que a gente considera praticamente nula. Porque União Europeia, Estados Unidos, Canadá, México e outros tiveram uma queda no volume do PIB bem mais expressiva que o Brasil &#8221; , frisou o gerente de contas trimestrais do IBGE, Rebeca Palis, lembrando (em entrevista ao Valor) que resultados já divulgados apontam para retrocessos de 2,4% na economia americana, de 2,6% no Canadá, de 4% na zona do euro, de 4,1% na União Europeia e de 7,9% na Rússia.</p>
<p>O mercado interno foi abalado, mas nem tanto. O consumo continuou crescendo, embora em ritmo moderado durante a “recessão técnica”. O fortalecimento do mercado interno por meio da valorização do salário mínimo e Bolsa Família foi fundamental, assim como as políticas anticíclicas adotadas pelo governo, que evitaram o estrangulamento do crédito e da demanda.</p>
<p>Política externa</p>
<p>A política externa praticada pelo governo Lula (caracterizada por um maior distanciamento em relação às grandes potências capitalistas, aposta no comércio Sul-Sul, integração latino-americana e parceria com a China) também contribuiu, e muito, para amenizar os efeitos da recessão americana. Se a ALCA tivesse vingado a situação hoje seria outra – e muito pior. Os fatos sugerem uma estreita ligação entre política externa e desenvolvimento nacional.</p>
<p>Se tudo continuar correndo bem e o Banco Central não atrapalhar muito com a insistência na política de juros altos, a economia nacional vai retomar o ciclo de crescimento e garantir um desempenho robusto neste ano. A expectativa generalizada é de que a expansão da produção será superior a 6%.</p>
<p>Apesar do preocupante déficit em conta corrente, provocado basicamente pelo crescimento escandaloso das remessa de lucros, em curto e médio prazos o país não sofre o risco de crises cambiais. As reservas (de 242,4 bilhões de dólares no dia 10-3) constituem um colchão de segurança confortável.</p>
<p>Persistem problemas de fundo, como as políticas monetária, fiscal e cambial, que constituem obstáculos à elevação do volume de investimentos público e privado e, por consequência, do ritmo e da taxa de crescimento. Mas a economia não será um problema para o governo Lula e a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, em 2010. Muito pelo contrário, será um trunfo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: RST</title>
		<link>http://www.blogalvarodias.com/2010/03/a-crise-nao-foi-marolapib-tem-resultado-negativo/comment-page-1/#comment-4616</link>
		<dc:creator>RST</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 13:12:59 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.blogalvarodias.com/?p=1450#comment-4616</guid>
		<description>12/03/2010 - 08:53
Padrão Folha de manchetes
Por Ernesto Camelo

Manchete principal de primeira página: “Brasil teve o pior PIB em 17 anos”

Manchete do caderno Dinheiro: “Economia se recupera no final de 2009″

Manchete de matéria nas páginas internas: “Economia começa o ano em ritmo forte”

E lá vai a FSP, apresentando as notícias sem qualquer compromisso com a coerência e respeito à inteligência dos leitores.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>12/03/2010 &#8211; 08:53<br />
Padrão Folha de manchetes<br />
Por Ernesto Camelo</p>
<p>Manchete principal de primeira página: “Brasil teve o pior PIB em 17 anos”</p>
<p>Manchete do caderno Dinheiro: “Economia se recupera no final de 2009″</p>
<p>Manchete de matéria nas páginas internas: “Economia começa o ano em ritmo forte”</p>
<p>E lá vai a FSP, apresentando as notícias sem qualquer compromisso com a coerência e respeito à inteligência dos leitores.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Melquiades</title>
		<link>http://www.blogalvarodias.com/2010/03/a-crise-nao-foi-marolapib-tem-resultado-negativo/comment-page-1/#comment-4615</link>
		<dc:creator>Melquiades</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 13:11:31 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.blogalvarodias.com/?p=1450#comment-4615</guid>
		<description>O governo Serra é excelente, principalmente o &quot;Programa Mãos ao Alto Isso é Um Pedágio&quot;, &quot;Minha Bóia Minha Vida&quot;, &quot;Canoa Para Todos&quot;, &quot;Pantanal Nossa Veneza&quot;, &quot;Gran Canion Pinheiros&quot;, &quot;Minha Balsa Minha Casa&quot;, &quot;Kassab Para Todos&quot;, &quot;Nossa Alstom Nossa Empresa&quot; e &quot;Programa de Aceleração de Maquetes&quot;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O governo Serra é excelente, principalmente o &#8220;Programa Mãos ao Alto Isso é Um Pedágio&#8221;, &#8220;Minha Bóia Minha Vida&#8221;, &#8220;Canoa Para Todos&#8221;, &#8220;Pantanal Nossa Veneza&#8221;, &#8220;Gran Canion Pinheiros&#8221;, &#8220;Minha Balsa Minha Casa&#8221;, &#8220;Kassab Para Todos&#8221;, &#8220;Nossa Alstom Nossa Empresa&#8221; e &#8220;Programa de Aceleração de Maquetes&#8221;.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Melquiades</title>
		<link>http://www.blogalvarodias.com/2010/03/a-crise-nao-foi-marolapib-tem-resultado-negativo/comment-page-1/#comment-4614</link>
		<dc:creator>Melquiades</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 13:10:32 +0000</pubDate>
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		<description>Mário... o comedor de m.e.r.d.a</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mário&#8230; o comedor de m.e.r.d.a</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: RST</title>
		<link>http://www.blogalvarodias.com/2010/03/a-crise-nao-foi-marolapib-tem-resultado-negativo/comment-page-1/#comment-4613</link>
		<dc:creator>RST</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 13:10:18 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.blogalvarodias.com/?p=1450#comment-4613</guid>
		<description>Chora, demotucanalha:a economia será um trunfo para Lula e Dilma em 2010


2009 foi um ano perdido para o desenvolvimento nacional. O Produto Interno Bruto (PIB) recuou 0,2%, refletindo o forte impacto da crise mundial do capitalismo iniciada no final de 2007 nos Estados Unidos. Foi o primeiro resultado negativo registrado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) desde 1992, segundo informações divulgadas hoje (11). Mas a crise já ficou para trás e tudo indica que o Brasil vai recuperar em 2010 o ciclo de crescimento abortado pela recessão americana.

Por Umberto Martins

Os últimos números da economia sinalizam prosperidade. No quarto trimestre do ano o PIB cresceu 2%. Em janeiro, a produção industrial subiu em 13 de 14 localidades pesquisadas pelo IBGE, com uma alta média de 1,1% e destaque para o Espírito Santo, que avançou 5,6%.

Perspectivas promissoras

As perspectivas para o campo também são promissoras. O IBGE prevê uma safra recorde de grãos em 2010, de 145,1 milhões de toneladas. As exportações do chamado agronegócio cresceram 20,6% em fevereiro. A construção civil vive um boom, o comércio vai bem e o setor de serviços pegou carona no bonde do crescimento.

A economia nacional vinha de um ciclo de crescimento quando a crise estourou. No primeiro semestre de 2008, a produção registrou expansão de 6%. A recessão chegou com força no segundo semestre e obstruiu o caminho do desenvolvimento, arrastando para o terreno negativo os índices do último trimestre daquele ano (-3,6%) e dos três primeiros meses de 2009 (-0,8%), caracterizando o que os economistas chamam de “recessão técnica”.

Efeitos desiguais

Os efeitos da crise pelos diferentes ramos e setores da economia nacional foram desiguais. Indústria, com declínio de 5,5%, e agricultura, foram os setores mais afetados pela contração da demanda mundial. O setor de serviços chegou a crescer 2,6%. Tal comportamento reflete a dependência relativa do mercado externo, maior no caso do agronegócio e produção manufatureira.

A crise não foi provocada por fatores internos. Ela nasceu nos EUA e dali foi exportada para o resto do mundo, que em maior ou menor medida depende do mercado de consumo norte-americano, o maior e mais parasitário do globo. Por sinal, quanto maior a dependência das importações do Tio Sam (casos do México e Canadá, entre outros) maior foi o tombo.

Mercado doméstico

&quot; Comparado com os outros países, o Brasil teve uma queda muito pequena, que a gente considera praticamente nula. Porque União Europeia, Estados Unidos, Canadá, México e outros tiveram uma queda no volume do PIB bem mais expressiva que o Brasil &quot; , frisou o gerente de contas trimestrais do IBGE, Rebeca Palis, lembrando (em entrevista ao Valor) que resultados já divulgados apontam para retrocessos de 2,4% na economia americana, de 2,6% no Canadá, de 4% na zona do euro, de 4,1% na União Europeia e de 7,9% na Rússia.

O mercado interno foi abalado, mas nem tanto. O consumo continuou crescendo, embora em ritmo moderado durante a “recessão técnica”. O fortalecimento do mercado interno por meio da valorização do salário mínimo e Bolsa Família foi fundamental, assim como as políticas anticíclicas adotadas pelo governo, que evitaram o estrangulamento do crédito e da demanda.

Política externa

A política externa praticada pelo governo Lula (caracterizada por um maior distanciamento em relação às grandes potências capitalistas, aposta no comércio Sul-Sul, integração latino-americana e parceria com a China) também contribuiu, e muito, para amenizar os efeitos da recessão americana. Se a ALCA tivesse vingado a situação hoje seria outra – e muito pior. Os fatos sugerem uma estreita ligação entre política externa e desenvolvimento nacional.

Se tudo continuar correndo bem e o Banco Central não atrapalhar muito com a insistência na política de juros altos, a economia nacional vai retomar o ciclo de crescimento e garantir um desempenho robusto neste ano. A expectativa generalizada é de que a expansão da produção será superior a 6%.

Apesar do preocupante déficit em conta corrente, provocado basicamente pelo crescimento escandaloso das remessa de lucros, em curto e médio prazos o país não sofre o risco de crises cambiais. As reservas (de 242,4 bilhões de dólares no dia 10-3) constituem um colchão de segurança confortável.

Persistem problemas de fundo, como as políticas monetária, fiscal e cambial, que constituem obstáculos à elevação do volume de investimentos público e privado e, por consequência, do ritmo e da taxa de crescimento. Mas a economia não será um problema para o governo Lula e a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, em 2010. Muito pelo contrário, será um trunfo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Chora, demotucanalha:a economia será um trunfo para Lula e Dilma em 2010</p>
<p>2009 foi um ano perdido para o desenvolvimento nacional. O Produto Interno Bruto (PIB) recuou 0,2%, refletindo o forte impacto da crise mundial do capitalismo iniciada no final de 2007 nos Estados Unidos. Foi o primeiro resultado negativo registrado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) desde 1992, segundo informações divulgadas hoje (11). Mas a crise já ficou para trás e tudo indica que o Brasil vai recuperar em 2010 o ciclo de crescimento abortado pela recessão americana.</p>
<p>Por Umberto Martins</p>
<p>Os últimos números da economia sinalizam prosperidade. No quarto trimestre do ano o PIB cresceu 2%. Em janeiro, a produção industrial subiu em 13 de 14 localidades pesquisadas pelo IBGE, com uma alta média de 1,1% e destaque para o Espírito Santo, que avançou 5,6%.</p>
<p>Perspectivas promissoras</p>
<p>As perspectivas para o campo também são promissoras. O IBGE prevê uma safra recorde de grãos em 2010, de 145,1 milhões de toneladas. As exportações do chamado agronegócio cresceram 20,6% em fevereiro. A construção civil vive um boom, o comércio vai bem e o setor de serviços pegou carona no bonde do crescimento.</p>
<p>A economia nacional vinha de um ciclo de crescimento quando a crise estourou. No primeiro semestre de 2008, a produção registrou expansão de 6%. A recessão chegou com força no segundo semestre e obstruiu o caminho do desenvolvimento, arrastando para o terreno negativo os índices do último trimestre daquele ano (-3,6%) e dos três primeiros meses de 2009 (-0,8%), caracterizando o que os economistas chamam de “recessão técnica”.</p>
<p>Efeitos desiguais</p>
<p>Os efeitos da crise pelos diferentes ramos e setores da economia nacional foram desiguais. Indústria, com declínio de 5,5%, e agricultura, foram os setores mais afetados pela contração da demanda mundial. O setor de serviços chegou a crescer 2,6%. Tal comportamento reflete a dependência relativa do mercado externo, maior no caso do agronegócio e produção manufatureira.</p>
<p>A crise não foi provocada por fatores internos. Ela nasceu nos EUA e dali foi exportada para o resto do mundo, que em maior ou menor medida depende do mercado de consumo norte-americano, o maior e mais parasitário do globo. Por sinal, quanto maior a dependência das importações do Tio Sam (casos do México e Canadá, entre outros) maior foi o tombo.</p>
<p>Mercado doméstico</p>
<p>&#8221; Comparado com os outros países, o Brasil teve uma queda muito pequena, que a gente considera praticamente nula. Porque União Europeia, Estados Unidos, Canadá, México e outros tiveram uma queda no volume do PIB bem mais expressiva que o Brasil &#8221; , frisou o gerente de contas trimestrais do IBGE, Rebeca Palis, lembrando (em entrevista ao Valor) que resultados já divulgados apontam para retrocessos de 2,4% na economia americana, de 2,6% no Canadá, de 4% na zona do euro, de 4,1% na União Europeia e de 7,9% na Rússia.</p>
<p>O mercado interno foi abalado, mas nem tanto. O consumo continuou crescendo, embora em ritmo moderado durante a “recessão técnica”. O fortalecimento do mercado interno por meio da valorização do salário mínimo e Bolsa Família foi fundamental, assim como as políticas anticíclicas adotadas pelo governo, que evitaram o estrangulamento do crédito e da demanda.</p>
<p>Política externa</p>
<p>A política externa praticada pelo governo Lula (caracterizada por um maior distanciamento em relação às grandes potências capitalistas, aposta no comércio Sul-Sul, integração latino-americana e parceria com a China) também contribuiu, e muito, para amenizar os efeitos da recessão americana. Se a ALCA tivesse vingado a situação hoje seria outra – e muito pior. Os fatos sugerem uma estreita ligação entre política externa e desenvolvimento nacional.</p>
<p>Se tudo continuar correndo bem e o Banco Central não atrapalhar muito com a insistência na política de juros altos, a economia nacional vai retomar o ciclo de crescimento e garantir um desempenho robusto neste ano. A expectativa generalizada é de que a expansão da produção será superior a 6%.</p>
<p>Apesar do preocupante déficit em conta corrente, provocado basicamente pelo crescimento escandaloso das remessa de lucros, em curto e médio prazos o país não sofre o risco de crises cambiais. As reservas (de 242,4 bilhões de dólares no dia 10-3) constituem um colchão de segurança confortável.</p>
<p>Persistem problemas de fundo, como as políticas monetária, fiscal e cambial, que constituem obstáculos à elevação do volume de investimentos público e privado e, por consequência, do ritmo e da taxa de crescimento. Mas a economia não será um problema para o governo Lula e a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, em 2010. Muito pelo contrário, será um trunfo.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Mídia golpista</title>
		<link>http://www.blogalvarodias.com/2010/03/a-crise-nao-foi-marolapib-tem-resultado-negativo/comment-page-1/#comment-4611</link>
		<dc:creator>Mídia golpista</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 13:09:58 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.blogalvarodias.com/?p=1450#comment-4611</guid>
		<description>Mídia diz que crise no Brasil não foi uma marolinha. Se não foi, que o Brasil continue em crise como quer a Mídia e a oposição. Com toda a maior crise Mundial dos ultimos 80 anos, o Brasil produziu quase 1000.000 de empregos, previsão para 2010 2000.0000 de empregos. Que continue a crise, na era FHC em oito anos de governo foram produzidos apenas 800.000 empregos.  Por que nossa querida mídia não mostra isso?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mídia diz que crise no Brasil não foi uma marolinha. Se não foi, que o Brasil continue em crise como quer a Mídia e a oposição. Com toda a maior crise Mundial dos ultimos 80 anos, o Brasil produziu quase 1000.000 de empregos, previsão para 2010 2000.0000 de empregos. Que continue a crise, na era FHC em oito anos de governo foram produzidos apenas 800.000 empregos.  Por que nossa querida mídia não mostra isso?</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Melquiades</title>
		<link>http://www.blogalvarodias.com/2010/03/a-crise-nao-foi-marolapib-tem-resultado-negativo/comment-page-1/#comment-4610</link>
		<dc:creator>Melquiades</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 13:09:28 +0000</pubDate>
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		<description>Mário, realmente você tem um sério problema com m.e.r.d.a. Vai ver, você comeu muito, quando criança... ou ainda come.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mário, realmente você tem um sério problema com m.e.r.d.a. Vai ver, você comeu muito, quando criança&#8230; ou ainda come.</p>
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