A crise não foi marola:PIB tem resultado negativo

O Brasil registrou, em 2009, a primeira retração na atividade econômica desde 1992. A queda foi de 0,2%, segundo dados relativos ao PIB, divulgados hoje pelo IBGE. Desde o início da nova série, em 1996, é o primeiro índice negativo registrado pelo IBGE. Nem mesmo a recuperação da atividade econômica no segundo semestre foi suficiente para impedir o resultado negativo. O presidente Lula ficou satisfeito com o resultado do PIB, levando em consideração a crise econômica,segundo o ministro da Fazenda,,Guido Mantega.

11 de março de 2010 - 12:15 Post Sobre Política - - - Leia Mais

47 Comentários para “A crise não foi marola:PIB tem resultado negativo”

  1. Melquiades disse:

    Foi uma “marolinha” sim senhor. Quem sofreu mais com a crise foram as ^potências econômicas. Se não fossem as medidas adotadas pelo Governo, a situação teria ficado feia. É claro que a oposição não poderia falar outra coisa… isso é praxe de oposicionistas no Brasil… tanto o Partido que esteja na oposição.

  2. Julia disse:

    Ainda bem que o Lulla gostou do resultado provavelmente porque não atrapalhou os seus negócios. Como um homem rico não deve ter afetado o seu patrimônio mas como presidente deveria ter feito cara de consternação no mínimo para disfarçar os inúmeros erros de avaliação econômica do seu governo, bobagem minha o Lulla não liga para essas coisas o seu pessoal não tem compromisso com a competência e sim com a manipulação política estamos e somos todos otários para o Lulla alguma razão ele tem…

  3. Mario disse:

    Como eu já havia comentado há mais de um mês, tiveram um bocado de trabalho para chegarem a esse número, previsto pelos analistas desde novembro passado…

  4. Mario disse:

    OFFTOPIC:

    Ei petralhada!!!! Reclamem para a Forbes!!!! Em 2006 o CRIMINOSO vagabundo cachaceiro apareceu na lista dos bilionários com US$ 2 BI e não está mais relacionado!!!! Acreditam que perdeu na marolinha????

  5. Rejane disse:

    Lula está satisfeito com “marolinha” que derrubou o PIB de quase 6% para menos 0,2%. E o que eles disseram
    (por Reinaldo Azevedo)
    http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/lula-esta-satisfeito-com-%E2%80%9Cmarolinha%E2%80%9D-que-derrubou-o-pib-de-quase-6-para-menos-02-e-o-que-eles-disseram

  6. Melquiades disse:

    Chega a ser impressionante, a tentativa dos opositores ao Presidente Lula, de tentar desqualificá-lo. Sejam coerentes, e façam uma comparação da crise no Brasil e em outros países. Será que vocês acham que a população engole essas mentiras? Não é atoa que dizem que a oposição não tem rumo.

    • Mario disse:

      ÔÔÔ Melquíades VAGABUNDO!!!!

      Ninguém precisa desqualificar o que já é desqualificado…. o que se critica, com razão, é o endesamento do desqualificado.

      • Melquiades disse:

        Mário… não seja ridículo meu caro! Será que passa nessa sua cabecinha de minhoca, que você é mais qualificado que o Presidente Lula? Cara, se isso satisfaz o seu ego, e, você vai dormir dormir com uma mentira dessas, continue se iludindo.

      • Melquiades disse:

        Mário, esqueci de uma coisa; VAGABUNDO é o canalha vadio do seu pai.

  7. Junior Bataglini disse:

    Foi uma marolinha sim, ta bom de mais esse Brasil, a soja esta uma maravilha.
    A picanha esta barata, a carveja também, e falar nisso, amanhã é sexta feira, dia de ir a chacara, assar uma picanha, tomar um gelada e refrescar na piscina.

  8. Isso já era esperado.

    http://adonadosenadofederal.blogspot.com/2010/03/senador-ad.html

    Essa postagem é para o senhor!

    Anna Flávia Schmitt, Rodeio,S.C.

  9. Antenado disse:

    Renata Veríssimo e Fabio Graner, Agencia Estado, Atulizado: 11/3/2010 13:16

    Mantega: economia vai crescer acima de 5,7% em 2010

    O ministro da Fazenda, Guido Mantega, prevê que a economia brasileira crescerá acima de 5,7% em 2010. Segundo ele, se nada mais ocorresse na economia, o crescimento do PIB já seria de 2,7%, por causa do efeito carregamento de 2009.

    Ele considerou que, embora negativo (-0,2%), o resultado do PIB em 2009 foi “razoável” porque o mundo viveu a maior crise do capitalismo nos últimos anos. Ele destacou que a indústria e os investimentos puxaram a expansão do PIB no quarto trimestre do ano passado. “Aquele vigor que a economia tinha antes da crise foi retomado. O crescimento é de boa qualidade”, disse o ministro, destacando que a alta dos investimentos tem sido maior do que o consumo, o que é salutar para a economia. “A economia brasileira já deixou a crise para trás. O resultado do quarto trimestre demonstra isso”, afirmou.

    Mantega disse que o Brasil teve o melhor desempenho do que a maioria dos países do mundo. Segundo ele, os dados do quarto trimestre anualizados só não foram melhores que os da China, Rússia, Indonésia e México dentre os países que compõem o G-20. Ele destacou ainda o crescimento da demanda não só pelo aumento do consumo das famílias, mas também pela alta das vendas do comércio varejista. “2010 começou muito bem, com a demanda aquecida”, disse, ao citar o setor de móveis, que recebeu incentivo fiscal do governo, e de hipermercados e supermercados. “Janeiro foi um mês forte de crescimento da demanda e certamente será dos investimentos”, declarou.

    O ministro também ressaltou que o Brasil foi um dos poucos países que geraram emprego durante a crise, com quase um milhão de novos postos de trabalho com carteira assinada, o que explica porque o mercado consumidor continua crescendo. Mantega disse ainda que as medidas adotadas pelo governo para superar a crise foram muito eficazes, tanto na reativação do crédito quanto na redução de tributos para alguns setores. “A redução dos tributos está sendo retirada porque a economia está recuperada e não precisa desses empurrões do governo”, acrescentou.

  10. VERA lUCIA rr disse:

    O Proer foi bom e barato
    # Mailson da Nóbrega *
    Terça-feira, 08/04/2008 08:00

    O presidente Lula reconheceu que o Brasil tem know-how para salvar bancos, isto é, evitar o desastre de crises bancárias. Brincando, ofereceu a tecnologia do Proer ao presidente Bush, que a utilizaria para lidar com a crise no sistema financeiro americano.

    Este foi mais um dos avanços mentais de Lula em questões econômicas depois que sua intuição o levou a jogar no lixo as respectivas idéias do PT. Como muitos outros desinformados ou oportunistas na época (1995), o presidente recebeu mal o Proer.

    O fácil era criticar o programa, como ele fez mais de uma vez. “Quando é para os pobres, o governo não tem dinheiro. Quando é para encher o rabo de banqueiro, aparece o dinheiro, aparece o Proer, aparece a safadeza”. Hoje, mais maduro e bem informado, o Presidente deve saber que os benefícios programa foram muito maiores do que os seus custos.
    O crédito se tornou parte indissociável do desenvolvimento. Onde o setor privado não o provinha, o governo supriu essa falha com bancos estatais. No século 20, os EUA inventaram o cartão de crédito e a securitização de recebíveis, que foram adotados no resto do mundo e ampliaram o acesso ao crédito.
    Diz-se que o consumo americano é movido a crédito. Na verdade, salvo em Cuba, Coréia do Norte e países muito pobres, isso é verdadeiro em todo lugar. Nos países que dão certo, o crédito representa até 100% ou mais do PIB. No Brasil, ainda estamos em 35%.

    Daí vem a importância de evitar crises bancárias. Se os bancos quebrarem em cadeia, esse processo se arruína. A Grande Depressão não veio do crash da Bolsa de 1929, mas da crise bancária posterior, que causou a queda de metade do PIB americano em três anos. Hoje, se sabe que a desgraça poderia ter sido evitada.

    Varias crises bancárias aconteceram nos anos 1990. Seu custo fiscal dependeu dos desequilíbrios do sistema, da qualidade da regulação e da presteza da ação das autoridades. A crise bancária da Indonésia (1997-1998), a pior, custou 58% do PIB; a da Tailândia (1997), 31%; a da Venezuela (1994), 22%; a do Japão (1998), 12%; e por aí afora.

    O custo do Proer deve ficar em cerca de 1% do PIB. Ao contrário do que se dizia, os banqueiros cujas instituições quebraram perderam o seu respectivo capital. Evitou-se a corrida aos bancos e a crise bancária. Hoje, uma das razões para a resistência da economia brasileira à atual crise externa é a solidez dos nossos bancos. Viva o Proer.

  11. Antenado disse:

    Apesar de queda do PIB, Brasil mantém posição no ranking de economias

    O desempenho da economia brasileira em 2009, com uma queda de 0,2% no PIB, foi insuficiente para alterar a posição do país no ranking global das economias, de acordo com uma projeção feita pela consultoria britânica Economist Intelligence Unit (EIU) a pedido da BBC Brasil.

    Mantega diz que PIB de 2009 foi “razoável” e vê alta de 5,7% neste ano
    PIB do Brasil recua 0,2% em 2009, mas cresce 2% no 4º trimestre
    Veja quem acertou ou errou a previsão do PIB em 2009

    A projeção indica que a economia brasileira permanece como a 9ª maior do mundo no chamado ranking do PIB por PPP (paridade de poder de compra), que leva em consideração as diferenças entre o custo de vida nos países.

    Considerando-se o PIB nominal (sem descontar a inflação), o Brasil aparece como a 8ª economia do mundo, disse a EIU.

  12. Maria disse:

    Mailson da Nóbrega é um dos mais famigerados economistas do Brasil. Quando Ministro da Fazenda a inflação era de mais de 60 % ao mes . Não voto no PSDB nem no DEM exatamente por temer a volta de pessoas desse tipo . Queria que o Salvatore Cacciola abrisse o bico e contasse tudo que sabe a respeito do Proer , dos bancos particulares, do Gustavo Franco e tantos outros .

    • Mario disse:

      ÔÔÔ Maria COMUNISTAZINHA DE M.E.R.D.A!!!!

      A crise só não foi maior porque usaram um PROER da vida lá fora!!!!

      • Melquiades disse:

        Cara, larga de ser idiota. Você acha bonito viver xingando os outro? Se você não possui controle emocional para discutir, tranque-se num quarto e se suicida. Fará um grande feito à humanidade.

      • Melquiades disse:

        Cara, larga de ser idiota. Você acha bonito viver xingando os outros? Se você não possui controle emocional para discutir, tranque-se num quarto e se suicida. Fará um grande feito à humanidad

  13. cooperativa disse:

    O Brasil sai vitorioso dessa crise pq preferiu investir em políticas sociais que criaram as condições de desenvolvimento da economia local, o programa luz para todos é um exemplo de dinamização. O governo Lula saiu fortalecido da crise que assolou economias fortes e recolocou na ordem do debate, o estado como propulsor do desenvolvimento, estou de acordo com vocês, o Brasil já não é mais o mesmo.

    • Mario disse:

      ÔÔÔ COMUNISTA VAGABUNDO(A) DE M.E.R.D.A!!!!

      UMa marolinha da vida foi suficiente para fazer cair o crescimento do PIB em 0,2%, o QUE NÃO OCORRIA HÁ 17 ANOS!!!! Nem na época do FHC, em que o mundo viveu CINCO CRISES, isto é, QUASE CRISE PERMANENTE, isso aconteceu!!!!

      • Melquiades disse:

        .Cara, larga de ser idiota. Você acha bonito viver xingando os outro? Se você não possui controle emocional para discutir, tranque-se num quarto e se suicida. Fará um grande feito à humanidade.

      • Mario disse:

        ÔÔÔ CANALHA VAGABUNDO!!!!!

        Estou xingando os outro????? Que outro????? Desde quando canalha, ameba ou cocô é outro?????

      • Melquiades disse:

        Mário, realmente você tem um sério problema com m.e.r.d.a. Vai ver, você comeu muito, quando criança… ou ainda come.

  14. Antenado disse:

    Fundos: gestão eficiente, sucesso político
    Publicado em 11-Mar-2010

    “Fundos de pensão têm superávit de R$ 55 bi em 2009″.
    É o segundo melhor resultado da história do setor. A Superintendência Nacional de Previdência Complementar explica que as entidades obtiveram rentabilidade de 21,48% em suas aplicações, principalmente por conta da Bolsa.

    Isso está na Folha de S.Paulo hoje, na página B-10 de seu caderno Dinheiro, de economia. De forma discreta, quase escondida, despretensiosa, como o jornal costuma publicar sempre as notícias boas, resultantes da ação eficiente do governo. Sim, porque aí temos mais um exemplo do sucesso da gestão petista e sindical à frente dos fundos de pensão, tão criticada pela própria mídia e pela oposição que só veem “aparelhamento” partidário nessa área.

    Os oposicionistas quando no governo – e nos Estados em que estão no poder -, ao designar executivos dizem que estão preenchendo “cargos de confiança”; quando essas nomeações são feitas por governos do PT, eles dizem que é “aparelhamento”.

    O fato é que com esse superávit nos fundos de pensão temos mais um exemplo do profissionalismo com que eles são dirigidos. Melhor ainda, com a vantagem de que centram o foco de suas gestões na aplicação de recursos dos fundos no desenvolvimento do país e não apenas nas privatizações e nos interesses do mercado, (ou “privatarias” como foi chamado o processo nos oito anos de tucanato).

    • Mario disse:

      Você diz, aliás, certamente, copiou/colou: “Melhor ainda, com a vantagem de que centram o foco de suas gestões na aplicação de recursos dos fundos no desenvolvimento do país e não apenas nas privatizações e nos interesses do mercado,”

      Em primeiro lugar, qual poderia ser um eventual outro foco, fora da aplicação dos recursos no mercado financeiro? Que eu saiba, NENHUM!!!! Portanto, disse mer….

      Em segundo: os fundos de pensão foram e são os que mais ganharam com as privatizações… QUESTÃO DE LÓGICA, pois antes, além de só poder aplicar nas ínfimas parcelas disponíveis no mercado, ERAM POUCO RENTÁVEIS!!!!

  15. Observadora® disse:

    .
    No país que o lula vive, PIB negativo é motivo de satisfação.
    Lulalice no País das Maravilhas…
    .

    • ANA LIGIA PORTO disse:

      Observadora….vc copiou minhas palavras do outro post e melhorou…rs….LULALICE….verdade!
      O problema é que a imprensa aceita e publica as idiotices do nosso presidente!
      Mas depois q. li sobre a contratação de empresa para falar sempre do LULA na imprensa internacional ou nacional, entendi perfeitamente!
      E eu postei q. ele queria ser Sec. Geral da ONU….não era delírio…rs….
      Leiam a manchete ho FINANCIAL TIMES…
      Graças a deus, há coerência neste mundo!
      Abraços

  16. Maria disse:

    O Proer lá de fora não teve as falcatruas que teve por aqui…!

    • Mario disse:

      ÔÔÔ VAGABUNDA DE M.E.R.D.A!!!!

      FALCATRUAS?????? PROVE O QUE DIZ, VAGABUNDA!!!!! Você fica, como toda a petralhada, as mer… que falam por aí sem nem saber do que trata!!!!

  17. Douglas disse:

    Os EUA teve retração do PIB de 2,5%, o Japão de 5% e a Rússia de 7%. E a tucanalha tá alardeando por que o do Brasil, estatisticamente, estagnou-se.

    E vale lembrar ao ilustre Mario que a crise de 2008 foi a maior desde 1929. E esse infeliz só prova que os tucanos perdem de vez a compostura quando não têm razão e apelam para xingamentos e ofensas. Enfim… estranho seria se ocorresse o contrário.

    Eu esperava um pouco mais do sen. Álvaro Dias (e de quem administra este blog) contra comentários ofensivos.

  18. Judite SP disse:

    E POR ACASO ANALFABETOS SABEM O QUE É CRISE???
    LULA NUNCA SOUBE O QUE É ISSO POIS SÓ VIVIA METENDO O PAU EM TUDO DOS
    OUTROS GOVERNOS.
    COITADO DO POBRE!!!!!!
    APTOVADO 100% PELOS BANQUEIROS E GRANDES EMPRESARIOS
    NUNCA NA HISTORIA DESSE PAIS A RIQUESA TEVE EM TÃO POUCAS MÃOS!!!

  19. SYLVIO SEBASTIANI disse:

    O Lula da Silva, tem uma facilidade para ludibriar as pessoas, quando a coisa é grave ele já diminui o acontecimento, neste da crise que ele disse ser um “marolinha” (uma ondinha de mar que está passando).Outros fatos graves ele acusa os Governos passados, são se importando que muitos deles são agora seus companheiros (José Sarney e Fernando Collor).Os outros militares já morreram e seus colegas estão timidos , sem coragem pelas coisas erradas que cometeram. Ele gosta de dizer ser o melhor Presidente do Brasil, esquecendo, Getulio Vargas e o Juscelino entre outros.Ele gosta de dizer que veio para salvar o Brasil e o pior que o povo ainda acredita, ser ele o Messias.Usa o maior Plano Financeiro do país, criado pelo Presidente Itamar Franco, executado pelo Presidente Fernando Henrique, afirmando ser dele, ele que “inventou”, quando todos sabem que ele não tem capacidade para fazer uma operação de soma, nem usando o seu próprio português para falar com as pessoas mais esclarecidas, que hoje reflete a maioria dos brasileiros.Este é Lula da Silva, nosso Presidente até 31 de dezembro de 2010.

  20. RST disse:

    PIB cai em 2009, mas já cresce como antes da crise

    O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro caiu 0,2% em 2009, O PIB do último trimestre do ano passado, no entanto, cresceu 2% em relação ao trimestre anterior (8,2% anualizado), descontadas as influências sazonais.

    A economia, na verdade, já retomou um ritmo que é, no mínimo, equivalente ao dos três primeiros trimestres de 2008, quando o crescimento em 12 meses estava em torno de 6,5%. O nível absoluto do PIB já quase encostou no do terceiro trimestre de 2008, que corresponde ao ponto mais alto jamais alcançado. Os dados do PIB foram divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    O resultado brasileiro do ano passado, na realidade, representa mais uma estagnação do que uma queda, já que está muito próximo a zero. Numa comparação global de países de economia relevante, o Brasil figura entre os de performance menos ruim. Em valores, o PIB do Brasil em 2009 registrou R$ 3,143 trilhões.

    Apesar do PIB decepcionante de 2009, o consumo das famílias continuou a crescer, registrando expansão de 4,1%. Isso significa uma quebra na aceleração entre 2004 e 2008, período no qual o indicador subiu em ritmo crescente de 3,8% até 7%. Ainda assim, como nota Pessôa, o crescimento do consumo das famílias de 4,1% fez com que a população sentisse os efeitos da crise de forma muito atenuada: “É o que explica a manutenção em alta da popularidade do governo”, diz o economista Samuel Pessôa, do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getúlio Vargas (FGV) no Rio.

    Também ligado ao bom ritmo do consumo das famílias, o setor de serviços sobressaiu-se em 2009, sendo o único que apresentou variação positiva, com crescimento de 2,6%. O maior destaque nos serviços foi o segmento de intermediação financeira, que inclui crédito bancário, seguros, planos de saúde e previdência complementar, que cresceu 6,5% .

    O IBGE também anunciou ontem revisões em quatro dos três trimestres anteriores ao último de 2009 – exatamente o período que compreende a crise global, desde a quebra do Lehman Brothers, em setembro de 2008. A revisão mostra um PIB que cai mais no primeiro momento, mas também se recupera mais velozmente.

    Assim, o resultado (sempre na comparação com o trimestre anterior, em base dessazonalizada)do último trimestre de 2008 passou de queda de 2,9% para 3,5%; o do primeiro trimestre de 2009 manteve-se em queda de 0,9%; o crescimento no segundo trimestre do ano passado aumentou de 1,1% para 1,4%; e o do terceiro trimestre subiu de 1,3% para 1,7%.

    Na realidade, o mercado já esperava que houvesse revisões, e acertou em cheio o resultado do PIB de 2009, com a mediana das projeções colhidas pela Agência Estado batendo exatamente em recuo de 0,2%.Agência Estado

  21. Mídia golpista disse:

    Mídia diz que crise no Brasil não foi uma marolinha. Se não foi, que o Brasil continue em crise como quer a Mídia e a oposição. Com toda a maior crise Mundial dos ultimos 80 anos, o Brasil produziu quase 1000.000 de empregos, previsão para 2010 2000.0000 de empregos. Que continue a crise, na era FHC em oito anos de governo foram produzidos apenas 800.000 empregos. Por que nossa querida mídia não mostra isso?

  22. RST disse:

    Chora, demotucanalha:a economia será um trunfo para Lula e Dilma em 2010

    2009 foi um ano perdido para o desenvolvimento nacional. O Produto Interno Bruto (PIB) recuou 0,2%, refletindo o forte impacto da crise mundial do capitalismo iniciada no final de 2007 nos Estados Unidos. Foi o primeiro resultado negativo registrado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) desde 1992, segundo informações divulgadas hoje (11). Mas a crise já ficou para trás e tudo indica que o Brasil vai recuperar em 2010 o ciclo de crescimento abortado pela recessão americana.

    Por Umberto Martins

    Os últimos números da economia sinalizam prosperidade. No quarto trimestre do ano o PIB cresceu 2%. Em janeiro, a produção industrial subiu em 13 de 14 localidades pesquisadas pelo IBGE, com uma alta média de 1,1% e destaque para o Espírito Santo, que avançou 5,6%.

    Perspectivas promissoras

    As perspectivas para o campo também são promissoras. O IBGE prevê uma safra recorde de grãos em 2010, de 145,1 milhões de toneladas. As exportações do chamado agronegócio cresceram 20,6% em fevereiro. A construção civil vive um boom, o comércio vai bem e o setor de serviços pegou carona no bonde do crescimento.

    A economia nacional vinha de um ciclo de crescimento quando a crise estourou. No primeiro semestre de 2008, a produção registrou expansão de 6%. A recessão chegou com força no segundo semestre e obstruiu o caminho do desenvolvimento, arrastando para o terreno negativo os índices do último trimestre daquele ano (-3,6%) e dos três primeiros meses de 2009 (-0,8%), caracterizando o que os economistas chamam de “recessão técnica”.

    Efeitos desiguais

    Os efeitos da crise pelos diferentes ramos e setores da economia nacional foram desiguais. Indústria, com declínio de 5,5%, e agricultura, foram os setores mais afetados pela contração da demanda mundial. O setor de serviços chegou a crescer 2,6%. Tal comportamento reflete a dependência relativa do mercado externo, maior no caso do agronegócio e produção manufatureira.

    A crise não foi provocada por fatores internos. Ela nasceu nos EUA e dali foi exportada para o resto do mundo, que em maior ou menor medida depende do mercado de consumo norte-americano, o maior e mais parasitário do globo. Por sinal, quanto maior a dependência das importações do Tio Sam (casos do México e Canadá, entre outros) maior foi o tombo.

    Mercado doméstico

    ” Comparado com os outros países, o Brasil teve uma queda muito pequena, que a gente considera praticamente nula. Porque União Europeia, Estados Unidos, Canadá, México e outros tiveram uma queda no volume do PIB bem mais expressiva que o Brasil ” , frisou o gerente de contas trimestrais do IBGE, Rebeca Palis, lembrando (em entrevista ao Valor) que resultados já divulgados apontam para retrocessos de 2,4% na economia americana, de 2,6% no Canadá, de 4% na zona do euro, de 4,1% na União Europeia e de 7,9% na Rússia.

    O mercado interno foi abalado, mas nem tanto. O consumo continuou crescendo, embora em ritmo moderado durante a “recessão técnica”. O fortalecimento do mercado interno por meio da valorização do salário mínimo e Bolsa Família foi fundamental, assim como as políticas anticíclicas adotadas pelo governo, que evitaram o estrangulamento do crédito e da demanda.

    Política externa

    A política externa praticada pelo governo Lula (caracterizada por um maior distanciamento em relação às grandes potências capitalistas, aposta no comércio Sul-Sul, integração latino-americana e parceria com a China) também contribuiu, e muito, para amenizar os efeitos da recessão americana. Se a ALCA tivesse vingado a situação hoje seria outra – e muito pior. Os fatos sugerem uma estreita ligação entre política externa e desenvolvimento nacional.

    Se tudo continuar correndo bem e o Banco Central não atrapalhar muito com a insistência na política de juros altos, a economia nacional vai retomar o ciclo de crescimento e garantir um desempenho robusto neste ano. A expectativa generalizada é de que a expansão da produção será superior a 6%.

    Apesar do preocupante déficit em conta corrente, provocado basicamente pelo crescimento escandaloso das remessa de lucros, em curto e médio prazos o país não sofre o risco de crises cambiais. As reservas (de 242,4 bilhões de dólares no dia 10-3) constituem um colchão de segurança confortável.

    Persistem problemas de fundo, como as políticas monetária, fiscal e cambial, que constituem obstáculos à elevação do volume de investimentos público e privado e, por consequência, do ritmo e da taxa de crescimento. Mas a economia não será um problema para o governo Lula e a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, em 2010. Muito pelo contrário, será um trunfo.

  23. Melquiades disse:

    O governo Serra é excelente, principalmente o “Programa Mãos ao Alto Isso é Um Pedágio”, “Minha Bóia Minha Vida”, “Canoa Para Todos”, “Pantanal Nossa Veneza”, “Gran Canion Pinheiros”, “Minha Balsa Minha Casa”, “Kassab Para Todos”, “Nossa Alstom Nossa Empresa” e “Programa de Aceleração de Maquetes”.

  24. RST disse:

    12/03/2010 – 08:53
    Padrão Folha de manchetes
    Por Ernesto Camelo

    Manchete principal de primeira página: “Brasil teve o pior PIB em 17 anos”

    Manchete do caderno Dinheiro: “Economia se recupera no final de 2009″

    Manchete de matéria nas páginas internas: “Economia começa o ano em ritmo forte”

    E lá vai a FSP, apresentando as notícias sem qualquer compromisso com a coerência e respeito à inteligência dos leitores.

  25. Brasil em crise disse:

    1 de Março de 2010 – 17h36
    A economia será um trunfo para Lula e Dilma em 2010
    2009 foi um ano perdido para o desenvolvimento nacional. O Produto Interno Bruto (PIB) recuou 0,2%, refletindo o forte impacto da crise mundial do capitalismo iniciada no final de 2007 nos Estados Unidos. Foi o primeiro resultado negativo registrado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) desde 1992, segundo informações divulgadas hoje (11). Mas a crise já ficou para trás e tudo indica que o Brasil vai recuperar em 2010 o ciclo de crescimento abortado pela recessão americana.
    Por Umberto Martins

    Os últimos números da economia sinalizam prosperidade. No quarto trimestre do ano o PIB cresceu 2%. Em janeiro, a produção industrial subiu em 13 de 14 localidades pesquisadas pelo IBGE, com uma alta média de 1,1% e destaque para o Espírito Santo, que avançou 5,6%.

    Perspectivas promissoras

    As perspectivas para o campo também são promissoras. O IBGE prevê uma safra recorde de grãos em 2010, de 145,1 milhões de toneladas. As exportações do chamado agronegócio cresceram 20,6% em fevereiro. A construção civil vive um boom, o comércio vai bem e o setor de serviços pegou carona no bonde do crescimento.

    A economia nacional vinha de um ciclo de crescimento quando a crise estourou. No primeiro semestre de 2008, a produção registrou expansão de 6%. A recessão chegou com força no segundo semestre e obstruiu o caminho do desenvolvimento, arrastando para o terreno negativo os índices do último trimestre daquele ano (-3,6%) e dos três primeiros meses de 2009 (-0,8%), caracterizando o que os economistas chamam de “recessão técnica”.

    Efeitos desiguais

    Os efeitos da crise pelos diferentes ramos e setores da economia nacional foram desiguais. Indústria, com declínio de 5,5%, e agricultura, foram os setores mais afetados pela contração da demanda mundial. O setor de serviços chegou a crescer 2,6%. Tal comportamento reflete a dependência relativa do mercado externo, maior no caso do agronegócio e produção manufatureira.

    A crise não foi provocada por fatores internos. Ela nasceu nos EUA e dali foi exportada para o resto do mundo, que em maior ou menor medida depende do mercado de consumo norte-americano, o maior e mais parasitário do globo. Por sinal, quanto maior a dependência das importações do Tio Sam (casos do México e Canadá, entre outros) maior foi o tombo.

    Mercado doméstico

    ” Comparado com os outros países, o Brasil teve uma queda muito pequena, que a gente considera praticamente nula. Porque União Europeia, Estados Unidos, Canadá, México e outros tiveram uma queda no volume do PIB bem mais expressiva que o Brasil ” , frisou o gerente de contas trimestrais do IBGE, Rebeca Palis, lembrando (em entrevista ao Valor) que resultados já divulgados apontam para retrocessos de 2,4% na economia americana, de 2,6% no Canadá, de 4% na zona do euro, de 4,1% na União Europeia e de 7,9% na Rússia.

    O mercado interno foi abalado, mas nem tanto. O consumo continuou crescendo, embora em ritmo moderado durante a “recessão técnica”. O fortalecimento do mercado interno por meio da valorização do salário mínimo e Bolsa Família foi fundamental, assim como as políticas anticíclicas adotadas pelo governo, que evitaram o estrangulamento do crédito e da demanda.

    Política externa

    A política externa praticada pelo governo Lula (caracterizada por um maior distanciamento em relação às grandes potências capitalistas, aposta no comércio Sul-Sul, integração latino-americana e parceria com a China) também contribuiu, e muito, para amenizar os efeitos da recessão americana. Se a ALCA tivesse vingado a situação hoje seria outra – e muito pior. Os fatos sugerem uma estreita ligação entre política externa e desenvolvimento nacional.

    Se tudo continuar correndo bem e o Banco Central não atrapalhar muito com a insistência na política de juros altos, a economia nacional vai retomar o ciclo de crescimento e garantir um desempenho robusto neste ano. A expectativa generalizada é de que a expansão da produção será superior a 6%.

    Apesar do preocupante déficit em conta corrente, provocado basicamente pelo crescimento escandaloso das remessa de lucros, em curto e médio prazos o país não sofre o risco de crises cambiais. As reservas (de 242,4 bilhões de dólares no dia 10-3) constituem um colchão de segurança confortável.

    Persistem problemas de fundo, como as políticas monetária, fiscal e cambial, que constituem obstáculos à elevação do volume de investimentos público e privado e, por consequência, do ritmo e da taxa de crescimento. Mas a economia não será um problema para o governo Lula e a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, em 2010. Muito pelo contrário, será um trunfo.

  26. Brasil em crise? disse:

    Bradesco: resultado do PIB demonstra robustez da economia.

  27. TALVEZ FICASSE POSITIVO UNS 2
    MAIS OS BRASILEIROS TEM CASCO PRA AGUENTAR
    TANTO ASSALTO AOS COFRES PÚBLICOS

  28. Rose disse:

    É o cúmulo do absurdo que os bajuladores do rei comemorem o PIB negativo, enquanto o da China cresce acima de 8% e o da India ultrapassa os 5%.
    Usando a linguagem da doutrina, essa elite que mama nas tetas do governo e não vai ao supermercado pensa que o povo é idiota?
    Lula, fala que eu não te escuto.

  29. Fernando Mg disse:

    A quem que o PT ta querendo confundi, são mesmo sem noção
    ninguem esta falando em crise, estamos informando que não foi marolinha
    como disse o sabichão.
    E por acaso Lula nunca soube o que fosse crise.
    Essa metamorfose ambulante!!!

  30. Sales disse:

    O ano de 2009, como previmos, não era de crise, nem próximo de uma crise. O consumo das Famílias ,segundo o IBGE, cresceu 7,7% com relação ao quarto trimestre de 2008.

    O problema foi a queda de Investimentos das empresas de 9,9% no ano de 2009, devido ao pânico generalizado, do qual este blog não participou.

    Mas, muitos empresários postergaram seus planos de investimentos, e esta queda de 9,9%, representa -1,9% no cômputo do PIB. Segundo os cálculos do IBGE, a redução de estoques, outro efeito do pânico, impactou negativamente o PIB em mais -1,6% , total -3,5% (negativos).

    Portanto, o pânico gerou uma queda no PIB de 3,5%, ou mais no total, o que significa que sem este efeito psicológico nacional, o PIB teria crescido provalvemente 3,3%, (3,5% – 0,2%).

    Crescer 3,3% teria sido muito bom apesar da crise americana, mas que infelizmente, pemitimos que fôssemos contaminados, à toa.

    Tem ainda a questão do carry-over, outro erro no cálculo do PIB, que foi o efeito negativo do 4o. tri de 2008, que é computado no PIB de 2009. Um absurdo, porque a maioria dos jornalistas não sabe disto, e este fato acaba não sendo divulgado.
    FONTE: O BRASIL QUE DÁ CERTO

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